A Questão do Amor – Alain Badiou
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A Questão do Amor – Alain Badiou

No presente filme de Willian Williamson, A Questão do Amor, o filósofo Alain Badiou, autor do livro “Elogio ao amor” resultado de uma entrevista com Nicolas Truong, nos chama a atenção para pensarmos os aspectos políticos e sociais do amor em um mundo marcado pela forma-mercadoria e consequentemente pelo individualismo, onde se é exigido o…

Para Aragon, o Partido Comunista é “ poetizado”. Assim, não é mais somente uma organização política. O que é, então? — Alain Badiou
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Para Aragon, o Partido Comunista é “ poetizado”. Assim, não é mais somente uma organização política. O que é, então? — Alain Badiou

Alain Badiou é um filósofo e dramaturgo francês nascido em Rabat, no Marrocos, no dia 17 de janeiro de 1937. Professor emérito na Escola Normal Superior, é fundador do Centro Internacional de Estudo da Filosofia Francesa Contemporânea. Em 1988, publicou uma suma filosófica, O ser e o evento. Sua obra chamada Sarkozy é o nome de quê? (De quoi Sarkozy est-il le nom?) (2007) tornou-o conhecido do grande público.   O filósofo acaba de publicar Radar…

Sobre a conjuntura atual — Alain Badiou
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Sobre a conjuntura atual — Alain Badiou

Em parceria com o LavraPalavra, publicamos hoje a tradução de um texto enviado por Alain Badiou quando da realização de evento – em que não pôde estar presente – na França, onde se discutiu a atual conjuntura. Por Alain Badiou O que eu gostaria de ter falado esta noite, mas não pude em razão de…

A aventura da filosofia francesa — Alain Badiou
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A aventura da filosofia francesa — Alain Badiou

Alain Badiou analisa neste ensaio a filosofia francesa contemporânea, buscando encontrar quais eram os traços peculiares e especiais deste momento da História da Filosofia que vai de Sartre até os últimos escritos de Deleuze.

Badiou elenca 6 elementos que, para ele, definiram tal “aventura filosófica”: instaurar uma nova relação entre conceito e existência; inscrever a filosofia na modernidade e levá-la para fora da academia, pondo-a em circulação no cotidiano; abandonar a oposição entre filosofia do conhecimento e da ação; inventar o que Badiou chama de “filosofia militante”; engajar-se num diálogo com a psicanálise; reinventar a figura do filósofo-escritor.