junho 15, 2026
No ensaio ainda inédito de Paulo Arantes, intitulado “A cara feia da próxima nação brasileira”, há um momento revelador que dá o tom ao acontecimento em que foi gestada parte significativa do livro de André Castro. Paulo, ao descrever o “mau encontro” entre a tradição crítica e a nova cena religiosa brasileira, anota certa dualidade, na qual “jovens teólogos militantes” souberam aprender com as vicissitudes daquela tradição crítica, “estudando sua crise por conta própria” — ao passo que os veteranos, herdeiros do pensamento da “formação”, nada sabem, pior: nada querem saber, do que verdadeiramente se passa na “nova paisagem espiritual do país”…














