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maio 21, 2024

A Revista Zero à Esquerda abre a chamada de artigos, ensaios, produções literárias, resenhas e notas para o dossiê 64# “Pequena memória para um tempo sem memória”.
Na contramão da tradição de esquecer o passado propagada pelas instituições deste país, entendemos que se faz necessário e urgente trazer a memória do nosso passado tão atual.

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abril 16, 2023

Esta publicação pretende dar notícia e documentar algumas das lives de Paulo Arantes que nos são disponíveis internet a fora.

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1 de dezembro, 2023

Conversa entre Mark Fisher, Tim Burrows e o poeta Sam Berkson em 2012, reunidos para falar da cultura das celebridades, transporte público, os usos do tédio e o futuro do espaço público.

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23 de dezembro, 2023

Aula pública com Marilena Chauí ocorrida no dia 18/10/2023 durante a greve da USP. Uma das principais reivindicações da greve foi a contratação de professores. As conquistas foram parciais. Marilena vê a greve como vitoriosa. Mas a luta continua…

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21 de janeiro, 2024

Em setembro de 2023 um movimento de boicotes ao recrutamento militar teve lugar em Israel. Cerca de 230 estudantes se negaram ao recrutamento militar em razão do genocídio empreendido pelo estado de Israel. Neste mês de janeiro (2024), um dos militantes do movimento “Juventude contra a ditadura” foi preso. Traduzimos um trecho da carta de reinvindicação do movimento.

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21 de janeiro, 2024

Que a memória de Lênin preserve não apenas as falhas em si, mas também o futuro que elas delineavam. Contra uma “utopia fria”, a imagem de socialismo que se desenha para nós deve preservar as promessas e desejos ainda não realizados, em função de todos os explorados e oprimidos pela sociabilidade capitalista.

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26 de abril, 2024

Por um euro se compram os cravos nas esquinas. Senhoras pequenininhas como minha vó, torrando ao sol da primavera — que vem já desacreditada depois de um inverno imenso. Por um euro se compram os cravos para enfeitar a lapela ou os cabelos naquilo que já é um símbolo e um desfile cívico.

Os ex-combatentes, sob aplausos, tiram as fotos, os bigodes e as boinas da poeira dos armários; os jovens, lindos ornamentados em vermelho, acessam Abril mediados pela moda da época, suas canções de rua e de rádio, o design dos cartazes.

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25 de abril, 2024

Que, diante da ascensão da extrema direta, as forças progressistas e de esquerda brasileira se transformaram em ferrenhas defensoras da institucionalidade injusta e desigual que vigora no país — e que até pouco tempo criticavam ferrenhamente —, todo mundo sabe. Mas ninguém ainda havia explicado esse processo ao grande público como Pedro Rocha de Oliveira, que está lançando Discurso filosófico da acumulação primitiva: estudo sobre as origens do pensamento moderno — “um livro do barulho”, segundo Paulo Arantes —, que chega às livrarias em abril pela Elefante.

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03 de fevereiro, 2023

Para Brecht, a cultura constitui dentro de uma sociedade de classes um privilégio e um instrumento de dominação: através dos aparelhos ideológicos da cultura se transforma em um sistema material que reproduz – e afirma – em um nível específico as condições sociais de produção.

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Na última década do domínio colonial francês no Congo, os jovens de Kinshasa estavam fundando clubes dedicados à moda. Um dos mais lembrados desse período chamava-se Les existos, abreviação de les existentialistes, uma homenagem dos estudantes que retornavam de suas estadias em Paris à escola filosófica de Sartre. Esses clubes eram uma mistura de associações de ajuda mútua, discotecas e conjuntos de moda, e uniam empregados e desempregados, pessoas com e sem instrução. Seus membros formaram um culto à elegância, buscando a distinção e o prazer de usar ternos de grife e acessórios sofisticados.

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1 de maio, 2023

Quando e em que condições podemos dizer que um acontecimento é político? Até que ponto o “o que está acontecendo” está acontecendo politicamente?

Propomos que um acontecimento é político, e que o procedimento que ele emprega revela uma verdade política, sob certas condições. Essas condições estão vinculadas ao sujeito do evento, ao infinito, à relação com o estado da situação e à numeração do procedimento.

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A explicação mais comum para o “milagre chinês” das últimas décadas enfatiza a abertura econômica conduzida pelo Estado como a chave para que o país se tornasse uma potência industrial mundial. Isabella M. Weber radicaliza essa interpretação, abordando uma dimensão dificilmente reconhecida quando se trata da história do “socialismo real”: seu argumento é que o aparato estatal, concentrado nas mãos do Partido Comunista, não apenas favoreceu a consolidação de uma economia de mercado, mas ele próprio criou o mercado nas condições rurais da China.

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12 de maio, 2023

O que a autora não nos conta, mas o livro entrega, é uma espécie de formulação pedagógica da formação dos sujeitos em tempos históricos degradantes. E isso ela não faz filosofando.

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Entrevista realizada pela revista Zero à Esquerda com a participação de Neto Onirê, agricultor, Dirigente Estadual da Brigada Ojeffersson-MST e conselheiro da Teia dos Povos.

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