Definhamento da forma jurídica e um novo vale-tudo – Thomas Stanton e Thomaz Carvalho
À ideia de que o capital respeitará “limites humanitários” no seu movimento de autovalorização, é difícil oferecer hoje algo além de uma risada de escárnio, estejamos falando de detratores ou apologetas. Escorraçando a carapuça de um “progresso civilizado” — ou, melhor, realizando-a —, o interesse econômico parece efetivamente comprometido com um vale-tudo: pela ideia de…