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PorSilvérioEm Abril de 2024, fizemos o convite aberto para que autores contribuíssem para a composição de um dossiê da Zero à Esquerda à proposito do marco de 60 anos do golpe da ditadura civil-militar. Aqui, adiantamos o lançamento da obra através da publicação da apresentação escrita por Felipe Aiello e Wesley Sousa. Em breve, publicaremos…
O dorso do “tigrinho”: uma gamificação da vida – Victor Hugo Amaro
Entretanto, como todo bom relógio parado que acerta de vez em quando, talvez ele tenha perdido a mão no seu alvo: provavelmente, nós já estejamos na era do videogame.
A Ilha Aprazível – Éric G. Gaúna
Em uma sala de aula subterrânea, um professor, a algumas décadas de distância no futuro, leciona em inglês para seus pequenos aprendizes. Traduzo o episódio apenas para a comodidade de leitores e leitoras brasileiros atuais. Este narrador deve desculpar-se igualmente pela intraduzibilidade das mais sutis nuances, e dada a distância contextual deste documento, que assim…
O socialismo que cria mercado: sobre “Como a China escapou da terapia do choque” – Maurilio Botelho e Marcos Barreira
A explicação mais comum para o “milagre chinês” das últimas décadas enfatiza a abertura econômica conduzida pelo Estado como a chave para que o país se tornasse uma potência industrial mundial. Isabella M. Weber radicaliza essa interpretação, abordando uma dimensão dificilmente reconhecida quando se trata da história do “socialismo real”: seu argumento é que o…
A dialética do Senhor-Escravo de Hegel e um Mito da Marxologia — Christopher J. Arthur
Resumo: Trata-se de uma tradução de um seminal artigo da Marxologia, escrito por Chris Arthur. O artigo mostra que o jovem Marx nunca mencionou a famosa dialética hegeliana mestre-escravo. Ele também não a tinha em mente em seus Manuscritos de 1844. Os argumentos de Arthur são compostos de vários níveis, incluindo o filológico. Sua tese…
O Fausto do século XX – Modesto Carone
À memória de Marilene Carone, tradutora de Freud Apesar do tamanho considerável, “O Castelo”, de Franz Kafka, chegou a nós como fragmento. As 495 páginas da edição crítica alemã terminam bruscamente no meio de uma frase. Saber por que isso acontece é um dos enigmas que se acrescentam aos da própria obra, sem dizer que…


