Filosofia, diálogo e formação: um ensaio a Bento e Paulo sobre uma filosofia brasileira – João Pedro da Silva

  1. Meus mais sinceros agradecimentos ao professor Silvio Rosa, cujas aulas na graduação no curso de filosofia sempre me foram de grande valia assim como sua orientação e diálogos que estabelecemos e proporcionaram que a construção desse texto fosse possível. ↩︎
  2. Adota-se uma divisão da história da filosofia sobre a perspectiva epistemológica geo-etnográfica para fundamento das bases do presente ensaio para discussão da possibilidade ou não de uma filosofia brasileira. Contudo, vale mencionar os aspectos metodológicos-pedagógicos para tal demarcação na formação das grades curriculares dos cursos de filosofia que, no geral, seguem uma linha histórico-cronológica (Filosofia Antiga I, Filosofia Moderna II etc.) do que uma linha temática, por exemplo, considerar Montaigne em sua individualidade e não como um filósofo cético ou humanista do período renascentista. ↩︎
  3. Tradução do Prof. Alex Augusto Marcelo: Todos os caminhos levam a Roma. ↩︎
  4. Os kanjis de 姥捨て (ubasute) foram transcritos considerando o Sistema Hepburn, método de romanização da fonética japonesa para o alfabeto latino. ↩︎
  5. Não importa detalhar a concepção de “dialética” em Bento e em Paulo, mas compreender que suas ipseidades, respectivamente, fundamentam-se na dialética bergsoniana e na dialética hegeliana. ↩︎

João Pedro da Silva

Pós-graduando em Docência no Ensino em Saúde pelo Centro de Ensino e Pesquisa Albert Einstein e graduado em Filosofia pela Universidade Federal de São Paulo. E-mail: joao2pedro003@gmail.com.

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