Dois poemas de Paul Éluard (1895-1952) — [Trad. Lucas Bertolo]
A imagem do homem, fora do subterrâneo, resplandece. Planícies de chumbo parecem oferecer a garantia de que ela não será mais revirada, mas apenas para submergi-la nessa grande tristeza que a designa. A força de outrora, sim, a força de outrora bastava a ela mesma. Todo socorro é inútil, ela perecerá por extinção, morte suave…