Helena Xavier

Leonardo Silvério

  1. Utilizamos a tradução do fragmento [K 1a, 8] presente na versão brasileira: Benjamin, Walter. “Cidade de sonho e morada de sonho, sonhos de futuro, niilismo antropológico, Jung”. IN: Passagens. Edição alemã de Rolf Tiedemann; organização da edição brasileira Willi Bolle; colaboração na organização da edição brasileira Olgária Chain Féres Matos; tradução do alemão Irene Aron, tradução do francês Cleonice Paes Barreto Mourão; revisão técnica Patrícia de Freitas Camargo. – Belo Horizonte: Editora UFMG, 2018, p.664. [N.R.] ↩︎
  2. Para saber mais sobre as aproximações entre Benjamin e Pasolini, ver DIDI-HUBERMAN, Georges. Sobrevivência dos vaga-lumes. Tradução de Vera Casa Nova e Márcia Arbex, revisão de Consuelo Salomé. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011. Ver também SANTOS, Matheus Silveira dos. Reconfigurar a história com imagens dialéticas: apontamentos a partir da obra de Pier Paolo Pasolini. Dissertação de mestrado. Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), 2024. Disponível em: https://repositorio.unifesp.br/items/c8166673-9624-4f75-83aa-12d1b16024b7 [Nota do Revisor, N.R.]. ↩︎
  3.  Por uma apresentação sintética das principais inflexões dão a exposição francesa de 1939 comparado a exposição alemã de 1935, vendo notadamente Jean-Olivier Bégot, Walter Benjamin, Berlin, 2012, p. 130-134. ↩︎
  4. Auguste Blanqui, citado por Walter Benjamin, em  “Paris, capital do século XIX” (1939), p.17 da presente Obra [Destin critiques de Walter Benjamin] [Nota dos autores, N.A.]. Op. cit.: Benjamin, 2018, p.90. [N.R.] ↩︎

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