
Tradução por Nicolau Namo Spitale
Revisão por Marcus Apolinário
Data de postagem do original: 05/12/2020
Link para o original: https://www.trtworld.com/europe/violence-erupts-as-france-protesters-rally-against-police-brutality-42092

Tradução por Nicolau Namo Spitale
Revisão por Marcus Apolinário
Data de postagem do original: 05/12/2020
Link para o original: https://www.trtworld.com/europe/violence-erupts-as-france-protesters-rally-against-police-brutality-42092
Crémieux sintetiza e contextualiza a problemática dos Gilets Jaunes, narra a interação que a esquerda francesa teve com o movimento, e pede para que esta se torne mais ativa dentro do movimento.
Owen Hatherley reflete sobre as divisões geracionais que emergiram ao longo das duas últimas eleições britânicas ao traçar a evolução musical do grupo The Smiths. Comparando a trajetória política de Morrissey a de muitos eleitores do norte da Inglaterra, Hatherley investiga as raízes da transição ocorrida na região de um coletivismo anti-tatcherista à uma reação…
Badiou discorre sobre a posição que os corpos ocupam na contemporaneidade.
Por Gabriel Rockhill “Os E-U-A se estabeleceram como o inimigo mortal de todos os governos populares, de todas as mobilizações socialistas-científicas da consciência, de toda atividade anti-imperialista no planeta. ” -George Jackson Um dos mitos fundadores do mundo contemporâneo europeu ocidental e estadunidense é que o fascismo foi derrotado na Segunda Guerra pelas democracias liberais e, particularmente, pelos Estados Unidos….
Com a eleição de Jair Bolsonaro a presidente do Brasil, Antonio Negri reflete sobre o ressurgimento global da extrema direita, e afirma: o novo governo brasileiro resgata do fascismo histórico a fabricação de identidades, de um “grande inimigo”, e de uma memória histórica falsa; mas no plano econômico e governamental, a gestão Bolsonaro faz parte de um nova fase do capitalismo, na qual o pacto democrático-liberal começa a ruir, e a maneira criada pelas classes dominantes de manejar a crise consiste em manipular e mediar a aplicação das leis constitucionais, de modo a praticar medidas autoritárias sem alterar uma vírgula da Constituição.
À ideia de que o capital respeitará “limites humanitários” no seu movimento de autovalorização, é difícil oferecer hoje algo além de uma risada de escárnio, estejamos falando de detratores ou apologetas. Escorraçando a carapuça de um “progresso civilizado” — ou, melhor, realizando-a —, o interesse econômico parece efetivamente comprometido com um vale-tudo: pela ideia de…