{"id":4406,"date":"2026-01-20T00:02:17","date_gmt":"2026-01-20T00:02:17","guid":{"rendered":"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/?p=4406"},"modified":"2026-01-20T00:02:19","modified_gmt":"2026-01-20T00:02:19","slug":"pensar-rosa-luxemburgo-diante-da-barbarie-gabriel-teles-e-juliana-antunes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/index.php\/2026\/01\/20\/pensar-rosa-luxemburgo-diante-da-barbarie-gabriel-teles-e-juliana-antunes\/","title":{"rendered":"\u00a0Pensar Rosa Luxemburgo diante da Barb\u00e1rie &#8211; Gabriel Teles e Juliana Antunes"},"content":{"rendered":"\n<p>H\u00e1 mais de um s\u00e9culo, Rosa Luxemburgo escreveu uma senten\u00e7a que continua a atravessar as camadas mais profundas da hist\u00f3ria: <em>socialismo ou barb\u00e1rie<\/em>. N\u00e3o era profecia nem met\u00e1fora, mas o diagn\u00f3stico agudo de quem enxergava o rumo da civiliza\u00e7\u00e3o capitalista. A frase, nascida entre trincheiras da Primeira Guerra e esperan\u00e7as da revolu\u00e7\u00e3o prolet\u00e1ria, condensava uma encruzilhada: ou a humanidade reorganizaria a sociedade sobre novas bases, ou seria tragada por um ciclo de destrui\u00e7\u00e3o crescente. O que Rosa talvez n\u00e3o imaginasse \u2014 embora o intu\u00edsse \u2014 \u00e9 que a barb\u00e1rie venceria. Que ela se tornaria regra, n\u00e3o desvio. Que seria normalizada, automatizada, administrada. E que, por isso, seu grito precisaria ser reescrito: <em>socialismo ou exterm\u00ednio<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>O capitalismo contempor\u00e2neo n\u00e3o apenas explora; ele aniquila. Empilha corpos sobre corpos, v\u00edtimas de adoecimentos ou marcados pelas armas do Estado. Descentraliza e dessignifica a figura humana, ora pelo ato da desumaniza\u00e7\u00e3o ao lhe confundir com m\u00e1quina produtora de lucro, ora pela bestifica\u00e7\u00e3o, ao lhe atribuir o papel de bra\u00e7o armado no exterm\u00ednio de outros homens. A cat\u00e1strofe j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 horizonte temido \u2014 \u00e9 o presente em curso. O planeta, as rela\u00e7\u00f5es sociais, os corpos, os sentidos \u2014 tudo \u00e9 convertido em mercadoria ou descartado. Os mecanismos de extra\u00e7\u00e3o de valor alcan\u00e7aram todas as dimens\u00f5es da vida. A l\u00f3gica produtivista, agora digital e financeirizada, consome n\u00e3o apenas recursos naturais, mas o pr\u00f3prio tempo humano, esvaziando de sentido o existir cotidiano. A barb\u00e1rie tornou-se infraestrutura. N\u00e3o s\u00f3 por tanques &#8211; j\u00e1 que esses ainda se fazem presentes nas zonas de sacrif\u00edcio do capital -, mas com plataformas, pacotes de dados e escassez organizada.<\/p>\n\n\n\n<p>O fim da linha se revela nos nossos dias. N\u00e3o atrav\u00e9s da s\u00edntese est\u00e9tica hollywoodiana, com uma grande explos\u00e3o ou meteoro que levaria \u00e0 inexist\u00eancia de tudo o que se entende enquanto planeta. Tampouco no que versam os vers\u00edculos b\u00edblicos de um soar de trombetas. O fim se mostra no dia-a-dia e em manchetes de jornal, lidas friamente como parte do cotidiano. Se mostra na convers\u00e3o do outro ao <em>n\u00famero<\/em>, a\u00e7\u00e3o vista desde sempre nas guerras e banalizada na pandemia &#8211; \u201choje morreram apenas <em>alguns<\/em> milhares!\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Dos rios de sangue que inundam as favelas brasileiras, as balas que acertam alvos espec\u00edficos. O encarceramento da juventude como em campos de concentra\u00e7\u00e3o. M\u00e3es debru\u00e7adas sobre os corpos de crian\u00e7as. Corpos mutilados, peles queimadas por bombas. M\u00e3os calejadas de tanto trabalhar, adoecimentos ps\u00edquicos e vidas descartadas. Por vezes a barb\u00e1rie se revela com toda sua nudez.<\/p>\n\n\n\n<p>Se queremos vislumbrar o futuro revelado pela barb\u00e1rie, ele n\u00e3o se anuncia como uma possibilidade distante: ele j\u00e1 se inscreve, se espalha e se repete no presente. Gaza \u00e9 a mais contundente dessas revela\u00e7\u00f5es. Diante do massacre televisionado, meticulosamente planejado, executado com precis\u00e3o t\u00e9cnica e justificado em uma linguagem jur\u00eddico-militar que pretende conferir-lhe legitimidade, a humanidade se confronta com o que se tornou. O que ali se opera n\u00e3o \u00e9 um conflito, tampouco uma guerra entre iguais: \u00e9 um exterm\u00ednio. E, ao contr\u00e1rio do que se poderia pensar, n\u00e3o se trata de um caso isolado, mas da express\u00e3o radical de uma l\u00f3gica global. Gaza converteu-se em um campo de experimenta\u00e7\u00e3o \u2014 da morte algor\u00edtmica, da guerra transformada em gest\u00e3o, da elimina\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica do indesejado.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa m\u00e1quina de destrui\u00e7\u00e3o, envolta em discursos sobre seguran\u00e7a, soberania e defesa, revela a matura\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica de mundo que j\u00e1 n\u00e3o hesita em decretar popula\u00e7\u00f5es inteiras como descart\u00e1veis. A viol\u00eancia n\u00e3o se apresenta mais como ruptura excepcional, mas como administra\u00e7\u00e3o cont\u00ednua. Quando hospitais e escolas tornam-se alvos deliberados, quando a sobreviv\u00eancia passa a ser interpretada como insubordina\u00e7\u00e3o, j\u00e1 n\u00e3o falamos em barb\u00e1rie: falamos da normaliza\u00e7\u00e3o do exterm\u00ednio. O horror, longe de ser o avesso da civiliza\u00e7\u00e3o, converteu-se em seu pr\u00f3prio funcionamento.<\/p>\n\n\n\n<p>E Gaza, embora seja o exemplo mais visceral, n\u00e3o \u00e9 a exce\u00e7\u00e3o. O que ali se revela encontra equivalentes em outros territ\u00f3rios do mundo contempor\u00e2neo: nas favelas sitiadas por opera\u00e7\u00f5es militares, onde a vida da juventude negra \u00e9 reduzida a \u201cdano colateral\u201d; nas florestas incendiadas para abrir espa\u00e7o ao latif\u00fandio e \u00e0s monoculturas, onde comunidades ind\u00edgenas s\u00e3o apagadas junto com seus territ\u00f3rios; nas periferias urbanas devastadas pela fome e pela militariza\u00e7\u00e3o cotidiana; nos campos de refugiados espalhados pelo planeta, onde exist\u00eancias s\u00e3o contabilizadas e administradas como estat\u00edsticas. Em todos esses espa\u00e7os, o que est\u00e1 em jogo n\u00e3o \u00e9 apenas a supress\u00e3o de direitos, mas a pr\u00f3pria suspens\u00e3o da vida como possibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Vivemos sob um regime global que n\u00e3o amea\u00e7a a vida: ele a gerencia em termos de escassez, descartabilidade e vigil\u00e2ncia. O colapso clim\u00e1tico, que devasta regi\u00f5es inteiras enquanto alimenta neg\u00f3cios verdes; as epidemias seletivas, que exp\u00f5em a desigualdade entre aqueles que t\u00eam acesso \u00e0 cura e aqueles que s\u00e3o abandonados; a precariza\u00e7\u00e3o extrema, que converte o trabalho em sobrevida; e os genoc\u00eddios seletivos, justificados em nome da ordem ou do progresso, comp\u00f5em o quadro de um tempo que escolheu a morte como pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p>O que Gaza nos mostra, em sua viol\u00eancia despudorada e meticulosamente exibida ao mundo, \u00e9 a verdade inc\u00f4moda de um futuro j\u00e1 em curso: um mundo onde a vida \u00e9 medida por sua utilidade, onde a sobreviv\u00eancia \u00e9 privil\u00e9gio, e onde a elimina\u00e7\u00e3o se normaliza como t\u00e9cnica de governo. Ver Gaza \u00e9 ver o espelho daquilo em que j\u00e1 nos tornamos \u2014 e talvez, ainda, a \u00faltima chance de se insurgir contra esse destino.<\/p>\n\n\n\n<p>Rosa Luxemburgo, mesmo em seu tempo, compreendeu que o perigo n\u00e3o vinha apenas do inimigo declarado, mas tamb\u00e9m do interior da luta socialista. Enxergou a trai\u00e7\u00e3o da social-democracia, a mesma que ainda hoje segue com seu exterm\u00ednio, agora transvestido no formato de pacifica\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o da barb\u00e1rie, que em nome da legalidade parlamentar sepultou a revolu\u00e7\u00e3o. Enfrentou o bolchevismo, cuja rigidez partid\u00e1ria amea\u00e7ava substituir a a\u00e7\u00e3o das massas pela administra\u00e7\u00e3o de comit\u00eas.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Para Rosa, a revolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o era plano de gabinete, mas processo vivo, feito por sujeitos concretos que aprendem lutando. Sua defesa da liberdade dos que pensam diferente, da espontaneidade como princ\u00edpio e da autogest\u00e3o como horizonte n\u00e3o era lirismo: era a salvaguarda contra a reprodu\u00e7\u00e3o das formas de opress\u00e3o dentro da pr\u00f3pria revolu\u00e7\u00e3o. Ao confiar na a\u00e7\u00e3o direta, nas greves de massas, nos conselhos oper\u00e1rios, Rosa recuperava o princ\u00edpio elementar do socialismo: <em>a emancipa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores ser\u00e1 obra dos pr\u00f3prios trabalhadores<\/em>.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><em>A bota que nos pisa continua sendo uma bota<\/em>. Nenhum partido, nenhum chefe, nenhum comit\u00ea pode substituir a experi\u00eancia hist\u00f3rica da pr\u00e1xis do explorado e oprimido. \u00c9 por isso que o pensamento de Rosa permanece vivo mesmo depois de sua execu\u00e7\u00e3o brutal, mesmo depois de seu corpo ser lan\u00e7ado ao canal por aqueles que preferiram governar o capitalismo a destru\u00ed-lo. Rosa n\u00e3o morreu: ela se espalhou nos levantes de estudantes e trabalhadores, nas assembleias populares, nas lutas anticoloniais, nos corpos que recusam dobrar-se \u00e0 ordem da morte.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, seu aviso se radicaliza. A barb\u00e1rie n\u00e3o \u00e9 mais o que pode vir: \u00e9 o que est\u00e1. E por isso, ou reinventamos o horizonte socialista \u2014 radicalmente livre, igualit\u00e1rio, comunal \u2014 ou aceitaremos o exterm\u00ednio como destino. O socialismo n\u00e3o \u00e9 mais apenas um sonho de justi\u00e7a \u2014 \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o de possibilidade para a pr\u00f3pria sobreviv\u00eancia. Um novo nome para a vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Rosa Luxemburgo, com sua lucidez ferina e sua ternura insubmissa, ainda nos interpela. Seu tempo \u00e9 o nosso. E sua senten\u00e7a, revista \u00e0 luz da cat\u00e1strofe, \u00e9 agora um veredito sobre a encruzilhada onde se encontra a humanidade: ou nos levantamos, ou desapareceremos. Ou criamos um mundo de conselhos livres e dignidade compartilhada, ou restar\u00e1 apenas poeira e algoritmos de morte.<\/p>\n\n\n\n<p>Rosa \u00e9 a\u00e7\u00e3o e pulsa\u00e7\u00e3o. <em>Quem n\u00e3o se move n\u00e3o sente as correntes que lhe prendem. <\/em>O n\u00e3o conformismo de Rosa aparece como uma centelha que incendeia os \u00e2nimos e nos reacende na penumbra.\u00a0 Ela dizia: <em>sou, sou e serei<\/em>. Resta saber se seremos \u2014 ou se teremos sido apenas um interl\u00fadio entre a barb\u00e1rie e o nada. Se o que temos para enfrentar o futuro \u00e9 o presente, que espalhemos sobre ele nosso calor, derretendo as correntes que nos aprisionam e puxam ao fim.<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 mais de um s\u00e9culo, Rosa Luxemburgo escreveu uma senten\u00e7a que continua a atravessar as camadas mais profundas da hist\u00f3ria: socialismo ou barb\u00e1rie. 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