{"id":3930,"date":"2025-07-29T13:23:23","date_gmt":"2025-07-29T13:23:23","guid":{"rendered":"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/?p=3930"},"modified":"2025-07-29T13:34:52","modified_gmt":"2025-07-29T13:34:52","slug":"guy-debord-por-giorgio-agamben","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/index.php\/2025\/07\/29\/guy-debord-por-giorgio-agamben\/","title":{"rendered":"Guy Debord \u2013 por Giorgio Agamben"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-theme-palette-9-color has-theme-palette-3-background-color has-text-color has-background has-link-color has-inconsolata-font-family has-custom-font wp-elements-5bca79216e75b24c0d4e423fed803c70\" style=\"font-family:Inconsolata\"><em>[Tradu\u00e7\u00e3o do espanhol a partir do site \u201c<strong>Artiller\u00eda inmanente<\/strong>\u201d \u2013 dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/artilleriainmanente.noblogs.org\/?p=3320\">https:\/\/artilleriainmanente.noblogs.org\/?p=3320<\/a>]<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-theme-palette-5-color has-text-color has-link-color has-inconsolata-font-family has-custom-font wp-elements-488dd0f0838e5ac5f1b653392e5523da\" style=\"font-family:Inconsolata\">Giorgio Agamben publicou em 2025 <em>Amicizie<\/em><sup data-fn=\"71e638d1-3ddf-4ea2-ab74-03f91006e72d\" class=\"fn\"><a id=\"71e638d1-3ddf-4ea2-ab74-03f91006e72d-link\" href=\"#71e638d1-3ddf-4ea2-ab74-03f91006e72d\">1<\/a><\/sup>, um breve livro no qual ele evoca, atrav\u00e9s de 17 retratos breves, a recorda\u00e7\u00e3o de amigos que deixaram uma marca inesquec\u00edvel em sua vida e em sua pessoa. Figuram entre os retratados Italo Calvino, Elsa Morante, Guy Debord (aqui traduzido), Pierre Klossowski e Giorgio Caproni.<br>*<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-theme-palette-5-color has-text-color has-link-color has-inconsolata-font-family has-custom-font wp-elements-ca15865954f620af6d884458c410c60f\" style=\"font-family:Inconsolata\"><em>Je veux uniquement que vous sachiez combien je vous ai aim\u00e9 tous le deux d\u00e8s la premi\u00e8re fois qu\u2019on s\u2019est rencontr\u00e9 et que je ne vous oublierais jamais<\/em>. [\u201cS\u00f3 quero que saibam o quanto eu amei os dois desde a primeira vez que nos encontramos e que eu nunca os esquecerei\u201d]. Se passaram quase 30 anos desde que escrevi essas palavras a Alice Debord no dia seguinte do suic\u00eddio de Guy, mas me lembro perfeitamente daquele nosso primeiro encontro no fim dos anos 80, no bar do Lutetia, o grande hotel de Montparnasse onde, com seu gosto desenvolto pelos aspectos placent\u00e1rios do luxo burgu\u00eas, Guy costumava se sentar com seus amigos. Bastaram algumas palavras para entendermos de imediato sobre cada detalhe da situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, que j\u00e1 se encaminhava para o pior. Hav\u00edamos chegado ao mesmo entendimento, Guy partindo da tradi\u00e7\u00e3o das \u00faltimas e exauridas vanguardas art\u00edsticas, e eu da poesia e da filosofia. Pela primeira vez me encontrava falando de pol\u00edtica sem ter que lidar com o estorvo de ideias e autores in\u00fateis e equivocados (em uma carta que Guy me escreveu mais tarde<sup data-fn=\"50b92f4b-b85a-47ee-90c0-aafd117c28ce\" class=\"fn\"><a id=\"50b92f4b-b85a-47ee-90c0-aafd117c28ce-link\" href=\"#50b92f4b-b85a-47ee-90c0-aafd117c28ce\">2<\/a><\/sup>, um desses autores incautamente exaltados foi sobriamente chamado de <em>ce sombre d\u00e9ment d\u2019Althusser <\/em>[\u201caquela sombra demente de Althusser\u201d], e com a exclus\u00e3o sistem\u00e1tica daqueles que poderiam ter orientado os chamados movimentos em uma dire\u00e7\u00e3o menos falida. Em todo caso, para ambos era claro que um dos principais obst\u00e1culos que impedia o acesso a uma nova pol\u00edtica era precisamente o que restava dos partidos marxistas (n\u00e3o de Marx!) e do movimento dos trabalhadores, c\u00famplices inconscientes (e conscientemente os primeiros) do inimigo que acreditavam combater.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-theme-palette-5-color has-text-color has-link-color has-inconsolata-font-family has-custom-font wp-elements-3fa4612ef05d7eccec4b77e71c68920a\" style=\"font-family:Inconsolata\">Durante os nossos encontros posteriores em sua casa na rua do Bac, a impec\u00e1vel sutileza \u2013 digna de um <em>magister<\/em> do Vico degli Strami<sup data-fn=\"50921984-59b7-42c7-812e-1dae229dd6bd\" class=\"fn\"><a id=\"50921984-59b7-42c7-812e-1dae229dd6bd-link\" href=\"#50921984-59b7-42c7-812e-1dae229dd6bd\">3<\/a><\/sup> ou de um te\u00f3logo do s\u00e9culo XVII \u2013 com a qual estigmatizava, n\u00e3o sem ironia, tanto o capital quanto as suas duas sombras, a stalinista (o \u201cespet\u00e1culo concentrado\u201d) e a democracia (o \u201cespet\u00e1culo difuso\u201d), n\u00e3o deixa de me maravilhar. Ainda o vejo, sentado no sof\u00e1 Chesterfield em meio ao quarto, enquanto descrevia de forma v\u00edvida a situa\u00e7\u00e3o dos l\u00edderes comunistas mediante a imagem do pintor que, ao ter retirado o banquinho no qual apoiava os p\u00e9s, ficou pendurado no teto pelo seu pincel: <em>ils ne tiennent plus que par le pinceau<\/em> [\u201cs\u00e3o mantidos apenas pelo pincel\u201d].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-theme-palette-5-color has-text-color has-link-color has-inconsolata-font-family has-custom-font wp-elements-91aa5375d63dd924b215686b982ec48b\" style=\"font-family:Inconsolata\">O verdadeiro problema entre n\u00f3s estava, por\u00e9m, em outro lugar: mais pr\u00f3ximo e, ao mesmo tempo, mais impenetr\u00e1vel. \u00c9 curioso como em Guy uma consci\u00eancia l\u00facida da insufici\u00eancia da vida privada estava acompanhada da mais ou menos consciente \u2013 e quase ing\u00eanua \u2013 convic\u00e7\u00e3o de que havia, em sua exist\u00eancia e na de seus amigos, algo \u00fanico e exemplar. J\u00e1 em um de seus primeiros filmes, com um t\u00edtulo t\u00e3o certeiro:<em> Critique de la s\u00e9paration<\/em><sup data-fn=\"020abd24-8e10-4fb3-b938-d27b564b9bd6\" class=\"fn\"><a id=\"020abd24-8e10-4fb3-b938-d27b564b9bd6-link\" href=\"#020abd24-8e10-4fb3-b938-d27b564b9bd6\">4<\/a><\/sup><em>, <\/em>evocou \u201cessa clandestinidade da vida privada sobre a qual s\u00f3 possu\u00edmos documentos rid\u00edculos\u201d. E, no entanto, em seus primeiros filmes \u2013 mesmo ainda em <em>Pan\u00e9gyrique<\/em><sup data-fn=\"33068f7e-b959-486a-8701-b1f23680da97\" class=\"fn\"><a id=\"33068f7e-b959-486a-8701-b1f23680da97-link\" href=\"#33068f7e-b959-486a-8701-b1f23680da97\">5<\/a><\/sup><em> <\/em>\u2013, os rostos de amigos, das mulheres que amou e das casas onde morou (<em>Via delle Caldaie<\/em> em Floren\u00e7a, a casa de campo em <em>Champot,<\/em> <em>Square des Missions-\u00c9trang\u00e8res<\/em> em Paris \u2013 na realidade, <em>Rue du Bac, 109) <\/em>aparecem incessantemente. Aqui h\u00e1 uma esp\u00e9cie de contradi\u00e7\u00e3o central, a qual os situacionistas n\u00e3o conseguiram&nbsp; resolver, e , ao mesmo tempo, a obscura consci\u00eancia inconfessada de que o verdadeiro elemento pol\u00edtico&nbsp; genu\u00edno consiste precisamente nessa incomunic\u00e1vel e quase rid\u00edcula clandestinidade da vida privada. Porque essa nossa forma de vida clandestina \u00e9, sem d\u00favida,&nbsp; t\u00e3o \u00edntima e t\u00e3o pr\u00f3xima que, se tentarmos apreend\u00ea-la, restaria-nos nas m\u00e3os apenas o impenetr\u00e1vel e odioso da vida cotidiana. E, no entanto, talvez seja essa presen\u00e7a prom\u00edscua e sombria que guarda precisamente o segredo da pol\u00edtica, a outra face do <em>arcanum imperii<\/em>, contra a qual naufragam toda biografia e toda revolu\u00e7\u00e3o. O termo \u201c<em>Construction des situations<\/em>\u201d<sup data-fn=\"fbe9ed8d-5340-4127-8e0d-d57b9da00a25\" class=\"fn\"><a id=\"fbe9ed8d-5340-4127-8e0d-d57b9da00a25-link\" href=\"#fbe9ed8d-5340-4127-8e0d-d57b9da00a25\">6<\/a><\/sup> do qual os situacionistas derivaram para se autonomear, na verdade implicava que cabia a eles encontrar algo como<em> \u201ca marcha para o Noroeste\u201d da geografia da verdadeira vida<\/em><sup data-fn=\"05079496-9aa3-438b-b309-4208ccc934d2\" class=\"fn\"><a id=\"05079496-9aa3-438b-b309-4208ccc934d2-link\" href=\"#05079496-9aa3-438b-b309-4208ccc934d2\">7<\/a><\/sup><em>. <\/em>Mas Guy, que era t\u00e3o h\u00e1bil e perspicaz na an\u00e1lise das formas alienadas, quando tratava de analisar as formas alienadas da exist\u00eancia na sociedade do espet\u00e1culo, em contrapartida era ing\u00eanuo e solit\u00e1rio ao tentar comunicar a maneira como vivia sua vida em sentido de&nbsp; enfrentar e desmistificar a clandestinidade que o acompanhou at\u00e9 o fim de sua jornada. Foi o significado pol\u00edtico dessa clandestinidade \u2013 que Arist\u00f3teles, sob o nome de <em>zo\u00e9<\/em>,&nbsp; simultaneamente incluiu e excluiu na cidade \u2013 que eu come\u00e7ava a questionar principalmente nesses anos. Eu tamb\u00e9m buscava, de outra maneira, \u201ca marcha para o Noroeste da geografia da verdadeira vida\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-theme-palette-5-color has-text-color has-link-color has-inconsolata-font-family has-custom-font wp-elements-b0b8d77edf7becf0d3fd9f0eef2af0e8\" style=\"font-family:Inconsolata\">Uma noite, em Paris, quando lhe disse que muitos jovens na It\u00e1lia continuavam\u00a0 se interessando pelos escritos de Guy e esperavam dele uma palavra, Alice respondeu: <em>On existe, cela devrait suffire. <\/em>(\u201cExistimos, isso deveria bastar.\u201d). O que significa dizer <em>On existe<\/em>? Certamente, naqueles anos, viviam separados e sem telefone entre a <em>Rue du Bac<\/em> e <em>Champot <\/em>(entende-se que, ao chegar a Paris, eu deveria escrever uma carta, sempre seguida de um convite para jantar) e sua exist\u00eancia era, por assim dizer, inteiramente alinhada \u00e0 clandestinidade da vida privada. O que ent\u00e3o poderia significar \u201c<em>On existe<\/em>\u201d? A exist\u00eancia \u2013 o puro ser, este conceito fundamental em todos os sentidos para a filosofia\u00a0 primeira ocidental \u2013 est\u00e1 constitutivamente relacionada \u00e0 vida. \u201cSer\u201d, escreve Arist\u00f3teles, \u201cpara os que vivem \u00e9 o viver\u201d<sup data-fn=\"27ce9e86-c79a-4d4f-82cc-c7dcc9ad3298\" class=\"fn\"><a id=\"27ce9e86-c79a-4d4f-82cc-c7dcc9ad3298-link\" href=\"#27ce9e86-c79a-4d4f-82cc-c7dcc9ad3298\">8<\/a><\/sup><strong>.<\/strong> E, s\u00e9culos depois, Nietzsche assinala: \u201cSer: n\u00e3o temos outra representa\u00e7\u00e3o sen\u00e3o viver\u201d<sup data-fn=\"a5e85e19-bc64-4a86-a6f2-26b782945cac\" class=\"fn\"><a id=\"a5e85e19-bc64-4a86-a6f2-26b782945cac-link\" href=\"#a5e85e19-bc64-4a86-a6f2-26b782945cac\">9<\/a><\/sup><strong>. <\/strong>Guy n\u00e3o se considerava um fil\u00f3sofo, mas sim, como me disse certa vez, um estrategista. E, no entanto, trazer \u00e0 luz \u2013 para al\u00e9m de todo vitalismo \u2013 o \u00edntimo entrela\u00e7amento de ser e viver, era certamente ent\u00e3o \u2013 como continua a ser hoje \u2013 a tarefa inevit\u00e1vel do pensamento e da pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-theme-palette-5-color has-text-color has-link-color has-inconsolata-font-family has-custom-font wp-elements-6b5ac2c4096a19115adf0a32d959f5e9\" style=\"font-family:Inconsolata\">Guy n\u00e3o tinha nenhuma considera\u00e7\u00e3o por seus contempor\u00e2neos e n\u00e3o esperava nada deles. Para ele. o problema do sujeito pol\u00edtico j\u00e1 se reduzia a dr\u00e1stica alternativa <em>homme <\/em>ou<em> cave [\u201chomem ou tolo\u201d]<\/em><strong><em> <\/em><\/strong>(para explicar a g\u00edria que eu desconhecia, tomou como refer\u00eancia a novela de Simonin<sup data-fn=\"1a585def-9761-4244-aa8f-07a873cd5c40\" class=\"fn\"><a id=\"1a585def-9761-4244-aa8f-07a873cd5c40-link\" href=\"#1a585def-9761-4244-aa8f-07a873cd5c40\">10<\/a><\/sup>, que ele particularmente adorava: \u201c<em>Le cave se rebiffe\u201d<\/em>). Guy era, portanto, um homem de poucas e reiteradas leituras \u2013 na carta que me escreveu depois de ler as minhas margin\u00e1lias em <em>Coment\u00e1rios sobre a Sociedade do Espet\u00e1culo,<\/em> ele se referiu aos autores que eu havia citado como <em>quelques exotiques que j\u2019ignore tr\u00e8s regrettablement et de quatra ou cing fran\u00e7ais que je ne veux pas tout lire <\/em>(\u201calguns ex\u00f3ticos que eu lamentavelmente ignoro e quatro ou cinco franceses que eu n\u00e3o quero ler). Mas acontece que, se voc\u00ea se desespera de seus semelhantes, tamb\u00e9m se desespera de si mesmo, e desse desespero Guy nunca conseguiu escapar, nem mesmo quando, em um de seus primeiros filmes, dizia de si mesmo e de seus amigos que os seus encontros eram como <em>\u201ces signaux venus d\u2019une vie plus intense, qui n\u2019a pas \u00e9t\u00e9 v\u00e9ritablement trouv\u00e9e\u201d (os sinais provenientes de uma vida mais intensa, que n\u00e3o foi verdadeiramente encontrada). Sua indecis\u00e3o entre a clandestinidade da vida privada \u2013 que, com o tempo lhe parecia cada vez mais inacess\u00edvel e talvez, intoler\u00e1vel \u2013 e a vida hist\u00f3rica em que essa se inscrevia, revela uma dificuldade&nbsp; que ningu\u00e9m pode se iludir de ter sido solucionada. A clandestinidade que Guy perseguia tem se tornado hoje cada vez mais inacess\u00edvel e, contudo, apenas se o pensamento for capaz de encontrar o elemento genuinamente pol\u00edtico que tem se ocultado na clandestinidade da exist\u00eancia singular, poder\u00e1 a pol\u00edtica sair de sua abstra\u00e7\u00e3o e da biografia individual da sua idiotez. <\/em><br>*<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-theme-palette-5-color has-text-color has-link-color has-inconsolata-font-family has-custom-font wp-elements-c1234dec513f2b73012e9963ee6592c2\" style=\"font-family:Inconsolata\"><em><strong>Postal de Debord, 16 de Fevereiro de 1990<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img data-dominant-color=\"ececec\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #ececec;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"677\" height=\"511\" sizes=\"auto, (max-width: 677px) 100vw, 677px\" src=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Debord-Agamben-1-1.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-3933 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Debord-Agamben-1-1.avif 677w, https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Debord-Agamben-1-1-300x226.avif 300w\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-theme-palette-5-color has-text-color has-link-color has-inconsolata-font-family has-custom-font wp-elements-3b4d0e90b96f2b1cf178c5e5b481c0e8\" style=\"font-family:Inconsolata\">Nota: As cita\u00e7\u00f5es prov\u00eam do curta-metragem de 1961, <em>\u201cCritique de la S\u00e9paration\u201d<\/em>. A frase sobre a&nbsp; \u201cmarcha para o Noroeste\u201d vem do pref\u00e1cio \u00e0 quarta edi\u00e7\u00e3o italiana de <em>&#8220;A sociedade do espet\u00e1culo&#8221;<\/em>, tradu\u00e7\u00e3o de P. Salvadori. Vallechhi. Florencia, 1979.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-theme-palette-5-color has-text-color has-link-color has-inconsolata-font-family has-custom-font wp-elements-0ca02a629f14b9d6af357f3a0908dccc\" style=\"font-family:Inconsolata\">O texto do cart\u00e3o postal \u00e9 o seguinte: <em>Caro Giorgio, envio a voc\u00ea uma c\u00f3pia do meu pref\u00e1cio italiano de 1979. Destaquei as passagens que, a meu ver, parecem melhor expressar o sentido do livro. E, consequentemente, a minha coer\u00eancia, que muitos, na realidade, poderiam chamar de cinismo. Isso depende dos valores que reconhecem e do vocabul\u00e1rio que possuem. Se voc\u00ea fizer refer\u00eancia a esse pref\u00e1cio no seu, isso ser\u00e1 suficiente para compensar sua aus\u00eancia, que poderia ser notada, e talvez mal interpretada dentro desse tipo de compila\u00e7\u00e3o dos meus escritos sobre o espet\u00e1culo. Gostamos muito de encontr\u00e1-lo, e lhe proponho uma noite para jantarmos juntos assim que comunicar a data do seu retorno por aqui. Com amizade, Guy.<\/em><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-61ecc280 wp-block-columns-is-layout-flex\" style=\"padding-top:2.5rem;padding-right:2.5rem;padding-bottom:2.5rem;padding-left:2.5rem\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:25%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"640\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" src=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/pp-_1_.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1093\" srcset=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/pp-_1_.jpg 640w, https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/pp-_1_-300x300.jpg 300w, https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/pp-_1_-150x150.jpg 150w\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:75%\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Jade Amorim<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-theme-palette-6-color has-text-color has-link-color has-inconsolata-font-family has-custom-font wp-elements-954467c33e7dba868d9b2200bf3e3035\" style=\"font-family:Inconsolata\">Formada em Filosofia pela Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (EFLCH). Integrante da revista Zero \u00e0 Esquerda.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link wp-element-button\">Tradutora<\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-61ecc280 wp-block-columns-is-layout-flex\" style=\"padding-top:2.5rem;padding-right:2.5rem;padding-bottom:2.5rem;padding-left:2.5rem\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:25%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large has-filter-grayscale\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/instasize_231015163956-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2928\" srcset=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/instasize_231015163956-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/instasize_231015163956-300x225.jpg 300w, https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/instasize_231015163956-768x576.jpg 768w, https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/instasize_231015163956-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/instasize_231015163956-2048x1536.jpg 2048w\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:75%\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Leonardo Silv\u00e9rio<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-theme-palette-6-color has-text-color has-link-color has-inconsolata-font-family has-custom-font wp-elements-cf83211d1a874a09f25b511c976633d2\" style=\"font-family:Inconsolata\">Tradutor, artista, ensa\u00edsta e mestrando em Filosofia na USP na \u00e1rea de Est\u00e9tica e Filosofia da Arte. Mais um zero \u00e0 esquerda.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link wp-element-button\">Tradutor<\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n<ol class=\"wp-block-footnotes\"><li id=\"71e638d1-3ddf-4ea2-ab74-03f91006e72d\">Ver: https:\/\/www.einaudi.it\/catalogo-libri\/critica-letteraria-e-linguistica\/amicizie-giorgio-agamben-9788806268343\/ <a href=\"#71e638d1-3ddf-4ea2-ab74-03f91006e72d-link\" aria-label=\"Ir para a refer\u00eancia 1 na nota de rodap\u00e9\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><li id=\"50b92f4b-b85a-47ee-90c0-aafd117c28ce\">Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/artilleriainmanente.noblogs.org\/?p=101\">https:\/\/artilleriainmanente.noblogs.org\/?p=101<\/a> <a href=\"#50b92f4b-b85a-47ee-90c0-aafd117c28ce-link\" aria-label=\"Ir para a refer\u00eancia 2 na nota de rodap\u00e9\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><li id=\"50921984-59b7-42c7-812e-1dae229dd6bd\"><em>\u201cVico degli Strami\u201d<\/em>: rua hist\u00f3rica em N\u00e1poles, associada com a escol\u00e1stica erudita, frequentemente teol\u00f3gico ou jur\u00eddico. <a href=\"#50921984-59b7-42c7-812e-1dae229dd6bd-link\" aria-label=\"Ir para a refer\u00eancia 3 na nota de rodap\u00e9\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><li id=\"020abd24-8e10-4fb3-b938-d27b564b9bd6\">\u201cAnti-filme\u201d de 1961. Dispon\u00edvel em: &lt; <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=CgpbE51PblA\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=CgpbE51PblA<\/a>> <a href=\"#020abd24-8e10-4fb3-b938-d27b564b9bd6-link\" aria-label=\"Ir para a refer\u00eancia 4 na nota de rodap\u00e9\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><li id=\"33068f7e-b959-486a-8701-b1f23680da97\">Paneg\u00edrico (1989). Livro publicado por Debord de car\u00e1ter autobiogr\u00e1fico. Ver: DEBORD, Guy. <em>Paneg\u00edrico<\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o de Edison Cardoni. \u2013 S\u00e3o Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2002. <a href=\"#33068f7e-b959-486a-8701-b1f23680da97-link\" aria-label=\"Ir para a refer\u00eancia 5 na nota de rodap\u00e9\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><li id=\"fbe9ed8d-5340-4127-8e0d-d57b9da00a25\">\u201cConstru\u00e7\u00e3o de situa\u00e7\u00f5es\u201d. <a href=\"#fbe9ed8d-5340-4127-8e0d-d57b9da00a25-link\" aria-label=\"Ir para a refer\u00eancia 6 na nota de rodap\u00e9\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><li id=\"05079496-9aa3-438b-b309-4208ccc934d2\">Pref\u00e1cio \u00e0 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o italiana de <em>A sociedade do espet\u00e1culo.<\/em> Ver: DEBORD, Guy. A sociedade do espet\u00e1culo. Tradu\u00e7\u00e3o de Estela dos Santos Abreu. \u2013 Rio de Janeiro: Contraponto, 1997. <a href=\"#05079496-9aa3-438b-b309-4208ccc934d2-link\" aria-label=\"Ir para a refer\u00eancia 7 na nota de rodap\u00e9\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><li id=\"27ce9e86-c79a-4d4f-82cc-c7dcc9ad3298\">O trecho completo seria: \u201cOra, que \u00e9 causa como subst\u00e2ncia, \u00e9 claro. Pois, para todas as coisas, a causa de ser \u00e9 a subst\u00e2ncia, e o ser para os que vivem \u00e9 o viver, e disto, a alma \u00e9 causa e princ\u00edpio\u201d (415b13) \u2013 ver ARIST\u00d3TELES, <em>De anima<\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o de Maria Cec\u00edlia Gomes dos Reis. S\u00e3o Paulo: Editora 34, 2006. Agradecemos a Victor Taniguti por indicar a refer\u00eancia completa. <a href=\"#27ce9e86-c79a-4d4f-82cc-c7dcc9ad3298-link\" aria-label=\"Ir para a refer\u00eancia 8 na nota de rodap\u00e9\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><li id=\"a5e85e19-bc64-4a86-a6f2-26b782945cac\">Trecho de um dos fragmentos p\u00f3stumos de Nietzsche de 1885-1887: \u201c[2 (172)] O \u2018ser\u2019 &#8211; n\u00e3o temos nenhuma\u00a0 outra representa\u00e7\u00e3o disso sen\u00e3o \u201cviver\u201d. &#8211; Portanto, como algo morto pode \u2018ser\u2019?\u201d. NIETZSCHE, Friedrich. <em>Fragmentos P\u00f3stumos de 1885-1887:<\/em>  volume VI. Tradu\u00e7\u00e3o de Marco Ant\u00f4nio Casanova. Rio de Janeiro: Forense Universit\u00e1ria, 2013, p.128. <a href=\"#a5e85e19-bc64-4a86-a6f2-26b782945cac-link\" aria-label=\"Ir para a refer\u00eancia 9 na nota de rodap\u00e9\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><li id=\"1a585def-9761-4244-aa8f-07a873cd5c40\">Albert-Charles Simonin (1905-1980). Romancista e roteirista franc\u00eas. Seus escritos s\u00e3o conhecidos por explorar a linguagem do cen\u00e1rio do submundo parisiense. <a href=\"#1a585def-9761-4244-aa8f-07a873cd5c40-link\" aria-label=\"Ir para a refer\u00eancia 10 na nota de rodap\u00e9\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><\/ol>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[Tradu\u00e7\u00e3o do espanhol a partir do site \u201cArtiller\u00eda inmanente\u201d \u2013 dispon\u00edvel em: https:\/\/artilleriainmanente.noblogs.org\/?p=3320] Giorgio Agamben publicou em 2025 Amicizie1, um breve livro no qual ele evoca, atrav\u00e9s de 17 retratos breves, a recorda\u00e7\u00e3o de amigos que deixaram uma marca inesquec\u00edvel em sua vida e em sua pessoa. 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