{"id":386,"date":"2019-04-24T09:22:30","date_gmt":"2019-04-24T12:22:30","guid":{"rendered":"https:\/\/tradutoresproletarios.wordpress.com\/?p=386"},"modified":"2021-01-23T05:23:39","modified_gmt":"2021-01-23T05:23:39","slug":"da-relacao-entre-a-psicanalise-e-a-politica-emancipatoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/index.php\/2019\/04\/24\/da-relacao-entre-a-psicanalise-e-a-politica-emancipatoria\/","title":{"rendered":"Da rela\u00e7\u00e3o entre a psican\u00e1lise e a pol\u00edtica emancipat\u00f3ria &#8211; Castoriadis, Marx e Freud sobre tempo e emancipa\u00e7\u00e3o \u2014 Amanda Armstrong"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Amanda Armstrong, fevereiro de 2008<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tradutoresproletarios.files.wordpress.com\/2019\/04\/time-and-emancipation-01-01.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-389\" width=\"2500\" height=\"1500\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-dark-gray-background-color has-text-color has-background\">Neste artigo, Amanda tra\u00e7a um paralelo quanto \u00e0 quest\u00e3o do tempo em Marx e Freud. A ascens\u00e3o do comunismo como um &#8220;ponto de corte&#8221; no tempo sob o capitalismo, que acumula a hist\u00f3ria alienadamente, \u00e9 curiosamente similar ao que almeja a terap\u00eautica freudiana: desvelar um passado que \u00e9 alienado do indiv\u00edduo (seu inconsciente) e que domina seu presente, para que, armado dessa sua hist\u00f3ria individual, possa avan\u00e7ar em dire\u00e7\u00e3o ao futuro.<br><br>A ess\u00eancia da emancipa\u00e7\u00e3o seria, portanto, uma mudan\u00e7a temporal: \u00e9 necess\u00e1rio usar o pr\u00f3prio presente do capitalismo, no qual a hist\u00f3ria existe n\u00e3o como passado, mas como um &#8220;presente eterno&#8221; (o que refor\u00e7a os paralelos entre o capital marxiano e a puls\u00e3o de morte freudiana), para desalienar a hist\u00f3ria social, permitindo um salto em dire\u00e7\u00e3o ao futuro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Em duas ocasi\u00f5es, Sigmund Freud observou que a pol\u00edtica, a pedagogia e a psican\u00e1lise s\u00e3o todas profiss\u00f5es imposs\u00edveis. Cornelius Castoriadis tentou dar sentido a essa observa\u00e7\u00e3o enigm\u00e1tica em um ensaio de 1994 intitulado Psican\u00e1lise e Pol\u00edtica, no qual argumenta que, al\u00e9m de essas tr\u00eas \u201cprofiss\u00f5es\u201d serem estruturalmente an\u00e1logas, elas tamb\u00e9m est\u00e3o entrela\u00e7adas umas com as outras de tal forma que a &#8220;imposs\u00edvel&#8221; realiza\u00e7\u00e3o dos objetivos pedag\u00f3gicos ou psicanal\u00edticos depende, em \u00faltima an\u00e1lise, de uma transforma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica emancipat\u00f3ria.<br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-dark-gray-background-color has-text-color has-background\"><em>A impossibilidade da psican\u00e1lise, assim como da pedagogia, reside no fato de que ambas tentam auxiliar na cria\u00e7\u00e3o de autonomia para seus sujeitos utilizando-se de uma autonomia que ainda n\u00e3o existe. Isto parece ser uma impossibilidade l\u00f3gica\u2026. Mas a impossibilidade tamb\u00e9m aparece, especialmente no caso da pedagogia, na tentativa de produzir seres humanos aut\u00f4nomos dentro de uma sociedade heter\u00f4noma. A solu\u00e7\u00e3o para este enigma \u00e9 a tarefa &#8220;imposs\u00edvel&#8221; da pol\u00edtica \u2014 tanto mais imposs\u00edvel, uma vez que tamb\u00e9m deve apoiar-se em uma autonomia ainda n\u00e3o existente, a fim de trazer seu pr\u00f3prio tipo de autonomia \u00e0 exist\u00eancia.\u00b9<\/em><br><\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise de Castoriadis da \u201cpossibilidade imposs\u00edvel\u201d da pol\u00edtica emancipat\u00f3ria, embora deformada por sua tend\u00eancia a tratar forma\u00e7\u00f5es sociais din\u00e2micas como estados est\u00e1ticos de ser (isto \u00e9, \u201cautonomia\u201d), transmite, de forma parcialmente velada, certas dimens\u00f5es importantes da pol\u00edtica marxista. Primeiro, tornando an\u00e1loga a emancipa\u00e7\u00e3o social \u00e0 pedagogia e \u00e0 psican\u00e1lise, Castoriadis a posiciona ao longo de um eixo temporal, indicando que os marxistas devem se esfor\u00e7ar para trazer uma ruptura, no tempo, entre uma era caracterizada pela \u201cindepend\u00eancia pessoal fundada na depend\u00eancia objetiva\u201d\u00b2, e uma era subseq\u00fcente caracterizada por uma forma de liberdade social mais arrebatadora. A natureza essencialmente temporal (e n\u00e3o espacial) dessa \u201cquebra\u201d pela qual anseia foi muitas vezes esquecida na esquerda \u2014 uma amn\u00e9sia que teve consequ\u00eancias desastrosas para o projeto de emancipa\u00e7\u00e3o social.<br><\/p>\n\n\n\n<p>Em segundo lugar, a formula\u00e7\u00e3o paradoxal de Castoriadis sobre a (n\u00e3o) exist\u00eancia das condi\u00e7\u00f5es para a autonomia social indica, embora de maneira altamente atenuada, algo significativo sobre o fundamento sobre o qual um poss\u00edvel futuro socialista poder\u00e1 ser constru\u00eddo. Como Marx argumentou nos Grundrisse, uma transi\u00e7\u00e3o emancipat\u00f3ria para uma sociedade p\u00f3s-capitalista implicaria a aboli\u00e7\u00e3o do valor como forma de media\u00e7\u00e3o social e a liberta\u00e7\u00e3o da riqueza social e das capacidades humanas acumuladas de forma alienada sob o capitalismo\u00b3. <\/p>\n\n\n\n<p>Em outras palavras, a forma social que atualmente frustra a emancipa\u00e7\u00e3o social\u2014isto \u00e9, o capital\u2014tamb\u00e9m constituiria a base sobre a qual uma sociedade socialista seria constru\u00edda. Assim, em certo sentido, \u00e9 correto dizer que n\u00e3o existe uma base social atualmente constitu\u00edda para a emancipa\u00e7\u00e3o, mas que a base da emancipa\u00e7\u00e3o pode, n\u00e3o obstante, ser encontrada na sociedade contempor\u00e2nea. Se este n\u00e3o fosse o caso, como Marx observou nos Grundrisse, &#8220;ent\u00e3o todas as tentativas de explodir [a sociedade capitalista] seriam quixotescas&#8221;.\u2074 Como Moishe Postone argumenta:<br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-dark-gray-background-color has-text-color has-background\"><em>A especificidade da din\u00e2mica dial\u00e9tica do capitalismo, como analisada por Marx, implica em uma rela\u00e7\u00e3o de passado, presente e futuro muito diferente daquela impl\u00edcita em qualquer no\u00e7\u00e3o linear de desenvolvimento hist\u00f3rico&#8230;. No capitalismo, o tempo hist\u00f3rico objetificado \u00e9 acumulado em uma forma alienada, refor\u00e7ando o presente e, enquanto tal, domina os vivos. No entanto, tamb\u00e9m permite a liberta\u00e7\u00e3o das pessoas do presente, por debilitar o seu momento necess\u00e1rio, tornando assim poss\u00edvel o futuro \u2014 a apropria\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria de modo que as rela\u00e7\u00f5es mais antigas sejam invertidas e transcendidas. Ao inv\u00e9s de uma forma social estruturada pelo presente, pelo tempo de trabalho abstrato, pode haver uma forma social baseada na plena utiliza\u00e7\u00e3o de uma hist\u00f3ria n\u00e3o mais alienada, tanto para a sociedade em geral quanto para o indiv\u00edduo.\u2075<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Em uma breve nota de rodap\u00e9 anexada a essa passagem, Postone observa:<br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-dark-gray-background-color has-text-color has-background\"><em>Seria poss\u00edvel tra\u00e7ar um paralelo entre essa compreens\u00e3o da hist\u00f3ria da forma\u00e7\u00e3o social capitalista e a no\u00e7\u00e3o freudiana da hist\u00f3ria individual, em que o passado n\u00e3o aparece como tal, mas sim de uma forma velada e internalizada que domina o presente. A tarefa da psican\u00e1lise \u00e9 desvelar o passado de tal forma que sua apropria\u00e7\u00e3o se torne poss\u00edvel. O momento necess\u00e1rio de um presente compulsivamente repetitivo pode, desse modo, ser superado, o que permite ao indiv\u00edduo avan\u00e7ar para o futuro.\u2076<\/em><br><\/p>\n\n\n\n<p>Com esta nota de rodap\u00e9, voltamos \u00e0 analogia entre a psican\u00e1lise e a pol\u00edtica emancipat\u00f3ria na qual come\u00e7amos. No que se segue, quero tentar abrir algumas incurs\u00f5es para pensar sobre o significado dessa analogia \u2014 \u00e9 apenas uma coincid\u00eancia, ou podemos oferecer uma explica\u00e7\u00e3o sobre por que Freud formulou uma teoria da emancipa\u00e7\u00e3o individual que era t\u00e3o chocantemente an\u00e1loga \u00e0 formula\u00e7\u00e3o de Marx da rela\u00e7\u00e3o entre hist\u00f3ria e emancipa\u00e7\u00e3o?<br><\/p>\n\n\n\n<p>Uma maneira de fazer inser\u00e7\u00f5es nessa compara\u00e7\u00e3o entre as concep\u00e7\u00f5es de tempo e emancipa\u00e7\u00e3o de Marx e Freud \u00e9 atrav\u00e9s de uma an\u00e1lise da teoriza\u00e7\u00e3o de Freud sobre a \u201ccompuls\u00e3o \u00e0 repeti\u00e7\u00e3o\u201d &#8211; uma compuls\u00e3o hipot\u00e9tica para a qual, em seu ensaio metapsicol\u00f3gico \u201cAl\u00e9m do Princ\u00edpio do Prazer\u201d, Freud encontra evid\u00eancias em v\u00e1rios fen\u00f4menos sociais e psicol\u00f3gicos (a partir de v\u00e1rias fases de desenvolvimento e eras hist\u00f3ricas). Ele chega a sugerir que essa &#8220;compuls\u00e3o&#8221; pode apropriadamente ser entendida como uma &#8220;necessidade inerente \u00e0 vida org\u00e2nica de restaurar um estado anterior de coisas que a entidade viva foi obrigada a abandonar sob a press\u00e3o de for\u00e7as externas perturbadoras&#8221;.\u2077 <\/p>\n\n\n\n<p>O par\u00e1grafo em que esta cita\u00e7\u00e3o est\u00e1 inserida \u00e9 diretamente precedido por uma discuss\u00e3o da tentativa do psicoterapeuta de ajudar seu paciente a superar um presente compulsivamente repetido, indicando que Freud conceitualizou o objetivo psicoterap\u00eautico de ajudar um paciente a avan\u00e7ar para o futuro de alguma forma cont\u00ednua com, ou relevante para, um problema hist\u00f3rico-mundial mais amplo, concernente ao \u201cinstinto de morte\u201d socialmente geral &#8211; um problema que ele exploraria mais extensivamente em \u201cO Mal-estar na Civiliza\u00e7\u00e3o\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>A mudan\u00e7a r\u00e1pida e subteorizada de n\u00edveis de an\u00e1lise de Freud nesses par\u00e1grafos, tamb\u00e9m como em outros pontos ao longo de seus escritos, leva-me \u00e0 hip\u00f3tese de que Freud identificou parcialmente seus pacientes individuais com a sociedade e que, ao desenvolver sua pr\u00e1tica psicanal\u00edtica, estava &nbsp;\u2014  em parte  \u2014  formulando um modelo velado de como a sociedade poderia superar a \u201ccompuls\u00e3o a repetir\u201d imposta pela forma-valor da media\u00e7\u00e3o social e, assim, perceber as possibilidades para a emancipa\u00e7\u00e3o humana imanentes no presente. <\/p>\n\n\n\n<p>Presumindo que esta explica\u00e7\u00e3o da analogia entre psican\u00e1lise e pol\u00edtica emancipat\u00f3ria \u00e9 plaus\u00edvel, n\u00f3s (como historiadores de esquerda) podemos formular uma avalia\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica ambivalente de Freud: por um lado, ele promoveu uma concep\u00e7\u00e3o da dimens\u00e3o temporal da emancipa\u00e7\u00e3o em um momento hist\u00f3rico no qual muitos te\u00f3ricos sociais da esquerda estavam mudando para um quadro espacial de refer\u00eancia  \u2014  uma mudan\u00e7a que ainda assombra a Esquerda; por outro lado, ao identificar parcialmente os indiv\u00edduos com a sociedade (em vez de  \u2014  como Marx ou Adorno  \u2014  analisar a maneira pela qual, no capitalismo, o indiv\u00edduo media a sociedade), Freud preparou o terreno para Herbert Marcuse e outros freudo-marxistas da Nova Esquerda, que substitu\u00edram a emancipa\u00e7\u00e3o social por um &#8220;desejo&#8221; reificado como o desideratum [objeto de desejo\/condi\u00e7\u00e3o] da pol\u00edtica de esquerda.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-small-font-size\">[1] Cornelius Castoriadis, World in Fragments: Writings on Politics, Society, Psychoanalysis, and the Imagination, Ed. &amp; Trad., David Ames Curtis (Stanford University Press, 1997) 131.<br><br>[2] Karl Marx, Grundrisse, Trad. Martin Nicolaus (London: Penguin and New Left Review, 1973) 158. <br> <br>[3] <em>Ibid<\/em>, 704\u2013712.<br><br>[4] <em>Ibid<\/em>, 159. <br> <br>[5] Moishe Postone, Time, Labor, and Social Domination: A Reinterpretation of Marx\u2019s Critical Theory (Cambridge University Press, 1993) 377. <br><br>[6] <em>Ibid<\/em>, 377, n. 131. <br> <br>[7] Sigmund Freud, \u201cBeyond the Pleasure Principle,\u201d The Freud Reader, Ed. Peter Gay (New York: Norton and Co., 1989) 612. \u00canfase adicionada. <\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Autora:<\/strong> Amanda Armstrong<br><strong>Data de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> Fevereiro de 2008<br><strong>Original:<\/strong>  <br><a href=\"https:\/\/platypus1917.org\/2008\/02\/01\/on-the-relationship-between-psychoanalysis-and-emancipatory-politics-castoriadis-marx-and-freud-on-time-and-emancipation\/\">https:\/\/platypus1917.org\/2008\/02\/01\/on-the-relationship-between-psychoanalysis-and-emancipatory-politics-castoriadis-marx-and-freud-on-time-and-emancipation\/<\/a> <br><strong>Tradu\u00e7\u00e3o:<\/strong> Cian Barbosa [Tradutores Prolet\u00e1rios]<br><strong>Revis\u00e3o: <\/strong>Eliel Micm\u00e1s [Tradutores Prolet\u00e1rios]<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Arte de capa:<\/strong> Eliel Micm\u00e1s [Tradutores Prolet\u00e1rios]<br><strong>Recursos utilizados:<\/strong><br>*  <br><a href=\"https:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Coast_watch_(1979)_(20660236845).jpg\">https:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Coast_watch_(1979)_(20660236845).jpg<\/a> <br>*  <br><a href=\"https:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Sigmund_Freud_1926.jpg\">https:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Sigmund_Freud_1926.jpg<\/a> <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste artigo, Amanda tra\u00e7a um paralelo quanto \u00e0 quest\u00e3o do tempo em Marx e Freud. A ascens\u00e3o do comunismo como um &#8220;ponto de corte&#8221; no tempo sob o capitalismo, que acumula a hist\u00f3ria alienadamente, \u00e9 curiosamente similar ao que almeja a terap\u00eautica freudiana: desvelar um passado que \u00e9 alienado do indiv\u00edduo (seu inconsciente) e que domina seu presente, para que, armado dessa sua hist\u00f3ria individual, possa avan\u00e7ar em dire\u00e7\u00e3o ao futuro.<\/p>\n<p>A ess\u00eancia da emancipa\u00e7\u00e3o seria, portanto, uma mudan\u00e7a temporal, e n\u00e3o meramente espacial: n\u00e3o bastaria simplesmente dominar uma terra e tentar emancipar seu povo; \u00e9 necess\u00e1rio usar o pr\u00f3prio presente do capitalismo, no qual a hist\u00f3ria existe n\u00e3o como passado, mas como um &#8220;presente eterno&#8221; (o que refor\u00e7a os paralelos entre o capital marxiano e a puls\u00e3o de morte freudiana), para desalienar a hist\u00f3ria social, permitindo um salto em dire\u00e7\u00e3o ao futuro.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_coblocks_attr":"","_coblocks_dimensions":"","_coblocks_responsive_height":"","_coblocks_accordion_ie_support":"","om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"_kadence_starter_templates_imported_post":false,"_kad_post_transparent":"","_kad_post_title":"","_kad_post_layout":"","_kad_post_sidebar_id":"","_kad_post_content_style":"","_kad_post_vertical_padding":"","_kad_post_feature":"","_kad_post_feature_position":"","_kad_post_header":false,"_kad_post_footer":false,"_kad_post_classname":"","footnotes":""},"categories":[345,1],"tags":[],"class_list":["post-386","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arquivo-tradutores-proletarios","category-uncategorized"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Da rela\u00e7\u00e3o entre a psican\u00e1lise e a pol\u00edtica emancipat\u00f3ria - Castoriadis, Marx e Freud sobre tempo e emancipa\u00e7\u00e3o \u2014 Amanda Armstrong - Zero \u00e0 Esquerda<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/index.php\/2019\/04\/24\/da-relacao-entre-a-psicanalise-e-a-politica-emancipatoria\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Da rela\u00e7\u00e3o entre a psican\u00e1lise e a pol\u00edtica emancipat\u00f3ria - Castoriadis, Marx e Freud sobre tempo e emancipa\u00e7\u00e3o \u2014 Amanda Armstrong - Zero \u00e0 Esquerda\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Neste artigo, Amanda tra\u00e7a um paralelo quanto \u00e0 quest\u00e3o do tempo em Marx e Freud. 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