{"id":3821,"date":"2025-06-19T17:17:32","date_gmt":"2025-06-19T17:17:32","guid":{"rendered":"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/?p=3821"},"modified":"2025-12-12T13:56:50","modified_gmt":"2025-12-12T13:56:50","slug":"brasil-500-d-c-poesia-ao-sol-do-meio-dia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/index.php\/2025\/06\/19\/brasil-500-d-c-poesia-ao-sol-do-meio-dia\/","title":{"rendered":"Brasil 500 D.C. &#8211; Poesia ao sol do meio-dia"},"content":{"rendered":"\n<p>Escrevendo recentemente (aqui mesmo, na Folha)<sup data-fn=\"8047ec1a-bbdb-4fd3-90e6-9d14d1337a94\" class=\"fn\"><a id=\"8047ec1a-bbdb-4fd3-90e6-9d14d1337a94-link\" href=\"#8047ec1a-bbdb-4fd3-90e6-9d14d1337a94\">1<\/a><\/sup> sobre a poesia de Rubens Rodrigues Torres Filho, tentei circunscrever sua originalidade no ponto em que se cruzam as linhas de diferentes oposi\u00e7\u00f5es: humor e ironia, entendimento e imagina\u00e7\u00e3o, racionalismo e romantismo. Mas, tamb\u00e9m, em que se cruzam, em tens\u00e3o a tradi\u00e7\u00e3o europeia (principalmente alem\u00e3) e a tradi\u00e7\u00e3o brasileira da poesia. Por detr\u00e1s desse escrito, ou nas suas entrelinhas, ecoava uma observa\u00e7\u00e3o de Paulo Arantes sobre a apresenta\u00e7\u00e3o que Antonio Candido fez da \u201cForma\u00e7\u00e3o da Literatura Brasileira\u201d. A ideia de Antonio Candido sublinhada era a de uma \u201ccausalidade interna\u201d, instaurada no s\u00e9culo 19 com um \u201csistema liter\u00e1rio\u201d que criou uma esp\u00e9cie de espa\u00e7o interno capaz de assimila\u00e7\u00e3o criadora dos modelos importados da cultura europeia.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse texto, sugeri que a proeza de Rubens, sua assimila\u00e7\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o do romantismo alem\u00e3o, tinha como pressuposto e condi\u00e7\u00e3o a assimila\u00e7\u00e3o pr\u00e9via (numa esp\u00e9cie de acumula\u00e7\u00e3o da acumula\u00e7\u00e3o) da melhor tradi\u00e7\u00e3o po\u00e9tica local: a express\u00e3o mais madura do modernismo brasileiro em seu corte neocl\u00e1ssico final, com Carlos Drummond de Andrade e Jo\u00e3o Cabral de Melo Neto.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 bem com esse ponto de cruzamento que gostaria de focalizar novamente aqui, comentando agora alguns versos de um poema de Jo\u00e3o Cabral: \u201cA Palo-Seco\u201d (o \u201ccante a palo seco\u201d \u00e9 um canto cigano \u2013 \u201cflamenco\u201d \u2013 n\u00e3o acompanhado pela guitarra\u201d). O elogio da luz solar em sua maior crueza, como condi\u00e7\u00e3o de verdade e de autarcia, \u00e9 o ponto central do poema e nos remete desde j\u00e1 a uma \u201cpo\u00e9tica do entendimento\u201d (da \u201cAufklarung\u201d, em alem\u00e3o, \u201cilumina\u00e7\u00e3o\u201d, mas tamb\u00e9m dissolu\u00e7\u00e3o das trevas da n\u00e3o-Raz\u00e3o pela luz do entendimento\u201d), em sua oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 noturnidade da po\u00e9tica rom\u00e2ntica, \u00e0quela noite na qual, segundo Hegel, \u201ctodas as vacas s\u00e3o pardas\u201d (a contrapelo dos \u201cHinos \u00e0 Noite\u201d de Novalis, que se abrem com aquele verso extraordin\u00e1rio em que o poeta protesta contra a manh\u00e3 e o despertar em geral: \u201cDever\u00e1 sempre retornar o dom\u00ednio do terrestre?\u201d).<\/p>\n\n\n\n<p>Essa apologia n\u00e3o poderia deixar de passar pela imagem do Mediterr\u00e2neo, onde esplende, a pino, o sol do meio-dia \u2013 e que fascinou, desde Goethe, antes e depois do romantismo, os escritores alem\u00e3es, transformando a It\u00e1lia numa esp\u00e9cie de \u201coutra p\u00e1tria\u201d inquietante e inacess\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Exporta\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o p\u00e1trio que transparece tamb\u00e9m, mas de maneira feliz agora, no poema de Jo\u00e3o Cabral, no movimento que faz, por assim dizer, dobrar o mapa-m\u00fandi sobre si mesmo, numa inesperada \u201crevolu\u00e7\u00e3o\u201d geogr\u00e1fica, para fazer superpor e coincidir o sul da Espanha e o nordeste do Brasil, Andaluzia e Pernambuco, Sevilha e Recife. Num lugar como no outro, para usar a linguagem dos pr\u00e9-socr\u00e1ticos, a verdade que nele h\u00e1 de essencialmente insidioso; o atual e o vis\u00edvel n\u00e3o mais remetem a uma dimens\u00e3o virtual ou potencial em que se refugiaria o maravilhoso e o espiritual. O imperativo impl\u00edcito seria: \u201c Nada dever permanecer escondido; exuguemos nossa linguagem para limpar o mundo; o oculto \u00e9 o i-mundo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c1.2. O \u201ccante a palo seco\u201d\/ \u00e9 o \u201ccante\u201d mais s\u00f3:\/ \u00e9 cantar num deserto\/ devassado de sol;\/\/ \u00e9 o mesmo que cantar\/ num deserto sem sombra\/ em que a voz s\u00f3 disp\u00f5e\/ do que ela mesma ponha\u201d. Curiosamente, as estrofes v\u00eam enumeradas mais ou menos como o \u201cTractatus\u201d, de Wittgenstein, que concordaria que tudo o que pode ser dito pode ser dito \u201cclaramente\u201d. A linguagem deve ser t\u00e3o \u201cseca\u201d quanto o mundo para poder descrev\u00ea-lo com verdade, para torna-lo novamente vis\u00edvel, desfazendo as brumas que se interp\u00f5em entre os homens e as coisas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 a paisagem nordestina que aqui recebe uma promo\u00e7\u00e3o por assim dizer \u201cmetaf\u00edsica\u201d, tornada paradigma da clareza \u201cmeridiana\u201d a que aspira, sem sempre sab\u00ea-lo, nosso entendimento \u2013 mas uma promo\u00e7\u00e3o que parasita gesto semelhante operado pela poesia espanhola (como j\u00e1 bem observou Benedito Nunes, a poesia francesa tamb\u00e9m impregna a obra de Jo\u00e3o Cabral; n\u00e3o apenas Val\u00e9ry, mas tamb\u00e9m Francis Ponge, em cuja poesia se entrecruzam, de maneira iluminadora, fenomenologia e sem\u00e2ntica, multiplicando \u201cli\u00e7\u00f5es de coisas\u201d; a poesia como restitui\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica da verdade material das pr\u00f3prias coisas, ali onde um bom uso da linguagem disciplina o olhar, permitindo-lhe discriminar as articula\u00e7\u00f5es naturais da experi\u00eancia; (lembrar que \u201cLi\u00e7\u00e3o de Coisas\u201d \u00e9 tamb\u00e9m o t\u00edtulo de um livro de Carlos Drummond de Andrade), pela poesia espanhola, repito, tamb\u00e9m fascinada pela verticalidade da luz solar. Basta pensar em Antonio Machado e Jorge Guill\u00e9n; por exemplo, os seguintes versos deste \u00faltimo: \u201c\u00c9 o arrendondamento\/ do esplendor: o meio-dia. \/ Tudo \u00e9 c\u00fapula. Repousa, central sem querer, a rosa,\/ a um sol no z\u00eanite sujeita\u201d (talvez esteja aqui registrada a mem\u00f3ria do verso t\u00e3o bem comentado por Heidegger, de Angelus Silesius: \u201cA rosa \u00e9 sem porqu\u00ea\u201d). Ou ainda \u201cOh, z\u00eanite: o uno, o claro, o intacto!\u201d. Nem faltar\u00e1, no prolongamento desse imagin\u00e1rio metaf\u00edsico, na poesia de Jo\u00e3o Cabral, que tanto sofreu de enxaqueca, o elogio da aspirina, esse verdadeiro sol (pense, caro leitor, na forma circular da aspirina, t\u00e3o semelhante ao Ser de Parm\u00eanides, o branco luminoso de sua subst\u00e2ncia, e seu poder de dissipar a dor de cabe\u00e7a, como o faz o sol com as neblinas do amanhecer).<\/p>\n\n\n\n<p>Poesia \u201cmetaf\u00edsica\u201d, que, na Espanha, como no Brasil, n\u00e3o ignora a dimens\u00e3o da simpatia \u00e9tica e pol\u00edtica com as classes populares. Uma poesia \u201cde esquerda\u201d, se \u00e9 poss\u00edvel diz\u00ea-lo (ou, pelo menos, avessa ao \u201cethos\u201d das classes dominantes), como transparece em \u201cVida e Morte Severina\u201d, bem como em \u201cLa Tierra de Alvargonz\u00e1les\u201d, de Antonio Machado: esse \u201ctrampolim da tradi\u00e7\u00e3o e da perenidade camponesa\u201d, no dizer de Jos\u00e9 Maria Valverde.<\/p>\n\n\n\n<p>No nosso poema a categoria \u201ca palo seco\u201d organiza todas as esferas da experi\u00eancia e revela a identidade formal entre, por exemplo, os estilos da enxuta literatura do Nordeste e a clara arquitetura cordobenha \u201c4.3. \u201cA palo seco\u201d existem\/ situa\u00e7\u00f5es e objetos:\/ Graciliano Ramos, \/ desenho de arquiteto, \/\/ as paredes caiadas,\/ a eleg\u00e2ncia dos pregos, \/ a cidade de C\u00f3rdoba, \/ o arame dos insetos\u201d. Mas a nossa categoria n\u00e3o delimita apenas uma ontologia regional (tipo de situa\u00e7\u00f5es e objetos), ela esbo\u00e7a um projeto, digamos, de \u201chispaniza\u00e7\u00e3o\u201d ou de \u201cnordestifica\u00e7\u00e3o\u201d do mundo. Voc\u00eas j\u00e1 imaginaram como seria o mundo se a prosa l\u00facida de Graciliano Ramos invadisse os jornais, as televis\u00f5es, os discursos pol\u00edticos? A po\u00e9tica do sol do meio-dia \u00e9 tamb\u00e9m, ou pressup\u00f5e, \u00e9tica e pol\u00edtica. Esse canto desarmado, desacompanhado de guitarra, amparado apenas na solid\u00e3o de uma voz, que se improvisa a cada instante contra o sil\u00eancio, corresponde, de algum modo, \u00e0 ideia de uma pobreza assumida por higiene ou por catarismo, antes de ser aceita como destino inelut\u00e1vel. Assim, depois de enumerar os exemplos do \u201cser-a-palo-seco\u201d, o poema se encerra: \u201c4.4. Eis uns poucos exemplos\/ de ser \u201ca palo seco\u201d,\/ dos quais retirar\/ higiene ou conselho:\/\/ n\u00e3o o de aceitar o seco\/ por resignadamente,\/ mas de empregar o seco\/ porque \u00e9 mais contundente\u201d.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-61ecc280 wp-block-columns-is-layout-flex\" style=\"padding-top:2.5rem;padding-right:2.5rem;padding-bottom:2.5rem;padding-left:2.5rem\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:25%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"601\" height=\"833\" sizes=\"auto, (max-width: 601px) 100vw, 601px\" src=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/dossie_abre-ineditos_Bento-Prado-Junior-1993-e1723133212904.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3674\" style=\"width:219px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/dossie_abre-ineditos_Bento-Prado-Junior-1993-e1723133212904.jpg 601w, https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/dossie_abre-ineditos_Bento-Prado-Junior-1993-e1723133212904-216x300.jpg 216w\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:75%\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bento Prado Junior<\/h2>\n\n\n\n<p>Fil\u00f3sofo que ri da filosofia. Not\u00f3rio caminhante da cena filos\u00f3fica noturna da Maria Antonia. Dizem que era poss\u00edvel saber as horas com exatid\u00e3o conforme o fil\u00f3sofo flanava pelos bares. <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link wp-element-button\">autor<\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n<ol class=\"wp-block-footnotes\"><li id=\"8047ec1a-bbdb-4fd3-90e6-9d14d1337a94\">O texto em quest\u00e3o trata-se de um artigo do autor para Folha de S\u00e3o Paulo, publicado em janeiro de 1999. <a href=\"#8047ec1a-bbdb-4fd3-90e6-9d14d1337a94-link\" aria-label=\"Ir para a refer\u00eancia 1 na nota de rodap\u00e9\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><\/ol>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Escrevendo recentemente (aqui mesmo, na Folha)1 sobre a poesia de Rubens Rodrigues Torres Filho, tentei circunscrever sua originalidade no ponto em que se cruzam as linhas de diferentes oposi\u00e7\u00f5es: humor e ironia, entendimento e imagina\u00e7\u00e3o, racionalismo e romantismo. 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