{"id":3809,"date":"2025-06-16T17:28:03","date_gmt":"2025-06-16T17:28:03","guid":{"rendered":"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/?p=3809"},"modified":"2025-12-12T13:56:55","modified_gmt":"2025-12-12T13:56:55","slug":"um-modo-magico-de-invocar-a-marcha-da-historia-marilena-chaui","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/index.php\/2025\/06\/16\/um-modo-magico-de-invocar-a-marcha-da-historia-marilena-chaui\/","title":{"rendered":"Um modo m\u00e1gico de invocar a marcha da hist\u00f3ria &#8211; Marilena Chau\u00ed"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-theme-palette-9-color has-theme-palette-4-background-color has-text-color has-background has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8a993b279b7ba149a848ce3057c1ac60\"><br><em>No in\u00edcio da d\u00e9cada de 60, as preocupa\u00e7\u00f5es com o universo pol\u00edtico e social inauguraram no Brasil a m\u00fasica de protesto. Embora seus autores tenham se deixado atropelar pelo pr\u00f3prio \u00edmpeto e o ideal revolucion\u00e1rio que os movia n\u00e3o se tenha concretizado, ela ficou.<\/em><sup data-fn=\"92a3e64d-1701-4f4d-b8ef-cf79a2d7e0bd\" class=\"fn\"><a id=\"92a3e64d-1701-4f4d-b8ef-cf79a2d7e0bd-link\" href=\"#92a3e64d-1701-4f4d-b8ef-cf79a2d7e0bd\">1<\/a><\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Entre os anos de 1961 e 1962, a Uni\u00e3o Nacional dos Estudantes (UNE) criava o Centro Popular de Cultura, express\u00e3o dos tempos \u00e9picos do movimento estudantil, da cren\u00e7a nas Reformas de Base projetadas pelo governo Goulart, das passeatas, das greves, dos congressos de trabalhadores e de estudantes, do surgimento da nova educa\u00e7\u00e3o popular. Em 1962, o <em>Manifesto do CPC<\/em> definia a cultura popular como aquela que n\u00e3o provinha diretamente da espontaneidade do povo, mas nascia da decis\u00e3o de uma vanguarda de artistas e intelectuais que, recolhendo os materiais populares, ultrapassariam essa cultura alienada, primitiva e tosca, transformando-a numa arte revolucion\u00e1ria, encarregada de \u201cconscientizar\u201d as massas para a revolu\u00e7\u00e3o social e pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p>Feita sobretudo por universit\u00e1rios, essa arte almejava n\u00e3o somente levar os artistas ao povo, mas tamb\u00e9m identific\u00e1-los com o povo para melhor servi-lo. Teatro, cinema, literatura e m\u00fasica foram as atividades privilegiadas pelo CPC da UNE, de onde iriam brotar o Cinema Novo, os shows <em>Opini\u00e3o<\/em>, o teatro de rua e a can\u00e7\u00e3o de protesto. No entusiasmo de quem acredita estar mudando o mundo, os jovens universit\u00e1rios percorriam o pa\u00eds inteiro e os CPCs da Une-volante proliferaram em toda parte.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos anos que se seguiram, ap\u00f3s o gole de 31 de mar\u00e7o de 1964, muitas cr\u00edticas foram feitas ao CPC, particularmente ao seu vanguardismo de tintas autorit\u00e1rias, \u00e0 sua pretens\u00e3o de produzir a consci\u00eancia popular, como se as classes dominadas estivessem desprovidas de pensamento e precisassem receb\u00ea-lo de fora. Uma cr\u00edtica particularmente aguda atingia o n\u00facleo do projeto art\u00edstico estudantil: a imagem do povo constru\u00edda pelo CPC n\u00e3o corresponde \u00e0 realidade popular, mas \u00e0 ideia que os universit\u00e1rios possuem do povo, colocando nas pe\u00e7as teatrais, nos filmes, nas letras das m\u00fasicas e nas poesias estere\u00f3tipos fixos e im\u00f3veis, verdadeiros \u201ctipos sociais\u201d provenientes muito mais de uma certa sociologia e de certas concep\u00e7\u00f5es vulgarizadas da revolu\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-pol\u00edtica do que da realidade diferenciada, m\u00f3vel, imprevis\u00edvel e perspicaz das classes populares.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><img data-dominant-color=\"c3932e\" data-has-transparency=\"true\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"982\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/01.Povo-canta-1-1024x982.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-3812 has-transparency\" style=\"--dominant-color: #c3932e; width:513px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/01.Povo-canta-1-1024x982.avif 1024w, https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/01.Povo-canta-1-300x288.avif 300w, https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/01.Povo-canta-1-768x736.avif 768w, https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/01.Povo-canta-1-1536x1472.avif 1536w, https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/01.Povo-canta-1.avif 2048w\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A m\u00fasica nascida do CPC foi marcada pelo nacionalismo desenvolvimentista e pelo populismo, vivendo perpassada pelas contradi\u00e7\u00f5es dessas ideologias, como t\u00e3o bem aparecem em <em>Influ\u00eancia do Jazz <\/em>(de Carlos Lyra), tentativa ir\u00f4nica contra a bossa nova, que, refazendo a batida do samba e modificando a harmonia das can\u00e7\u00f5es, era considerada \u201cinflu\u00eancia perniciosa\u201d a matar a nacionalidade do samba aut\u00eantico. Ora, a bossa nova representa um momento de internacionaliza\u00e7\u00e3o da m\u00fasica e de seu surgimento para o mercado de massa, isto \u00e9, exprime na arte o desenvolvimentismo da era JK. Para os nacionalistas do CPC, o car\u00e1ter importado desse \u201cpobre samba meu\u201d deveria ser criticado e afastado, mormente porque, ao contr\u00e1rio do bolero, tamb\u00e9m em voga, n\u00e3o era uma importa\u00e7\u00e3o qualquer, mas vinha do centro imperialista inimigo do Brasil, os Estados Unidos. No entanto, uma contradi\u00e7\u00e3o surgia. Era preciso resgatar o samba e os ritmos nacionais e lhes dar um conte\u00fado social e pol\u00edtico, mas era preciso, ao mesmo tempo, que essa volta \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o aut\u00eantica fosse tamb\u00e9m um sinal de progresso, de luta contra o subdesenvolvimento. A bossa nova, ainda que importada, significava desenvolvimento, enquanto o velho samba permanecia marca registrada do atraso. A solu\u00e7\u00e3o foi curiosa: grande sofistica\u00e7\u00e3o e refinamento musical (sobretudo na harmonia e na instrumenta\u00e7\u00e3o) e empenho nos conte\u00fados sociais (nas letras), referidos \u00e0 mis\u00e9ria, \u00e0s dificuldades do subdesenvolvimento, \u00e0s qualidades heroicas do povo, \u00e0 for\u00e7a transformadora e ao dia melhor cuja chegada era prometida. Se tivesse havido humor e ironia nesse compromisso entre a sofistica\u00e7\u00e3o musical e po\u00e9tica e os conte\u00fados, talvez a m\u00fasica do CPC tivesse sido o primeiro lampejo do Tropicalismo. Isso, por\u00e9m, era imposs\u00edvel. O CPC pretendia ser um engajamento pol\u00edtico expl\u00edcito e n\u00e3o impl\u00edcito, um protesto e uma promessa, pois sua finalidade era \u201cconscientizar\u201d o povo alienado.<\/p>\n\n\n\n<p>Aparece, aqui, o segundo componente dessa m\u00fasica her\u00f3ica: o populismo. Assim como era preciso conciliar nacionalismo e desenvolvimento, era preciso conciliar arte e povo, enviar mensagens que despertassem a consci\u00eancia popular para as mudan\u00e7as hist\u00f3ricas que poriam fim ao subdesenvolvimento. Os universit\u00e1rios-artistas possu\u00edam ideias sobre a na\u00e7\u00e3o, o povo e o progresso, e com elas constru\u00edram a da consci\u00eancia popular. A contradi\u00e7\u00e3o anterior \u00e9 agora refeita noutro n\u00edvel: o povo do e para o CPC ocupava o lugar estranho de agente revolucion\u00e1rio e de aliena\u00e7\u00e3o estagnante, oriunda da domina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, cultural e econ\u00f4mica, n\u00e3o podendo realizar a miss\u00e3o a que estava destinado. Um duplo \u201cpovo\u201d \u00e9 protagonista das m\u00fasicas, como t\u00e3o bem aparece na <em>Maria do Maranh\u00e3o <\/em>(de Lyra e N\u00e9lson Lins e Barros), que em sua mis\u00e9ria andante \u201cn\u00e3o viu a estrela\u201d que outros viram e que dever\u00e3o mostrar a ela \u2013 quem viu, povo-revolu\u00e7\u00e3o, deve fazer ver a quem n\u00e3o v\u00ea, povo-aliena\u00e7\u00e3o. Os artistas-m\u00fasicos, videntes clarividentes, deram a si mesmos o lugar do povo-revolu\u00e7\u00e3o para desfazer o povo-aliena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o \u201cpovo\u201d imaginado pelos artistas m\u00fasicos-poetas pensava, sentia e agia como a imagina\u00e7\u00e3o dos jovens universit\u00e1rios queria que pensasse, sentisse e agisse \u2013 o povo do CPC musical (e das demais artes) eram os pr\u00f3prios artistas aspirando pela revolu\u00e7\u00e3o, tal como desejavam que ela fosse. Talvez por isso, como observam alguns, a revolu\u00e7\u00e3o imaginada era colocada num futuro indeterminado e realizada m\u00e1gica e messianicamente, como essas \u201cpromessas de luz\u201d de que fala a <em>Marcha da Quarta-Feira de Cinzas <\/em>(de Lyra e Vin\u00edcius), numa caminhada para os \u201cazuis\u201d. Azul que, sabemos, \u00e9 a cor da bandeira da UNE.<\/p>\n\n\n\n<p>Com todos os equ\u00edvocos do populismo, por\u00e9m, os jovens m\u00fasicos do CPC inauguraram a m\u00fasica de protesto no Brasil, tentaram colocar o popular no centro da cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica e fizeram surgir como temas da arte o pau-de-arara, o escravo, o oper\u00e1rio, o flagelado, os sem-terra, o negro, os oprimidos e condenados da terra. Talvez por n\u00e3o terem percebido que seu p\u00fablico tamb\u00e9m era estudantil e intelectual que n\u00e3o alcan\u00e7avam os destinat\u00e1rios populares que tematizavam, n\u00e3o chegavam a vislumbrar um outro lado da cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica: aquele que possui uma for\u00e7a interna para engendrar seu pr\u00f3prio p\u00fablico, criando-o de si mesmo. Na sinceridade entusiasta de querer \u201cser povo\u201d e \u201cmais povo do que o povo\u201d, foram atropelados por seu ardente desejo. Mas sua m\u00fasica ficou.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m das inova\u00e7\u00f5es no plano da melodia, da harmonia e da instrumenta\u00e7\u00e3o, os m\u00fasicos do CPC exigiam a mais alta qualidade po\u00e9tica nas letras, desejando que a for\u00e7a das palavras vencesse as palavras da for\u00e7a e que a beleza pudesse ser fru\u00edda por todos. Modo rico de cantar a mis\u00e9ria, modo m\u00e1gico de invocar a marcha da hist\u00f3ria, a m\u00fasica do CPC da UNE foi uma esperan\u00e7a malograda como pol\u00edtica, mas um legado definitivo para a MPB. \u00c9 um marco aqu\u00e9m do qual n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel regressar e que aqueles que vieram depois puderam ultrapassar e negar, mas jamais ignorar.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-61ecc280 wp-block-columns-is-layout-flex\" style=\"padding-top:2.5rem;padding-right:2.5rem;padding-bottom:2.5rem;padding-left:2.5rem\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:25%\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img data-dominant-color=\"c6b6b3\" data-has-transparency=\"false\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"472\" height=\"294\" sizes=\"auto, (max-width: 472px) 100vw, 472px\" src=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Chaui_bob-sousa_31.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-3810 not-transparent\" style=\"--dominant-color: #c6b6b3; width:295px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Chaui_bob-sousa_31.avif 472w, https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Chaui_bob-sousa_31-300x187.avif 300w\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:75%\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Marilena Chau\u00ed<\/h2>\n\n\n\n<p>Escritora e fil\u00f3sofa. <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link wp-element-button\">Autora<\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n<ol class=\"wp-block-footnotes\"><li id=\"92a3e64d-1701-4f4d-b8ef-cf79a2d7e0bd\"><br>Trata-se de um texto escrito para o LP <em>Hist\u00f3ria da M\u00fasica Popular Brasileira \u2013 Carlos Lyra, B\u00f4scoli e Menescal. <\/em>O \u00e1lbum faz parte de uma s\u00e9rie de lan\u00e7amentos sobre a hist\u00f3ria da MPB publicados pelo selo Abril Cultural nos anos 80. <a href=\"#92a3e64d-1701-4f4d-b8ef-cf79a2d7e0bd-link\" aria-label=\"Ir para a refer\u00eancia 1 na nota de rodap\u00e9\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><\/ol>\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No in\u00edcio da d\u00e9cada de 60, as preocupa\u00e7\u00f5es com o universo pol\u00edtico e social inauguraram no Brasil a m\u00fasica de protesto. 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