{"id":3068,"date":"2024-02-27T21:09:37","date_gmt":"2024-02-27T21:09:37","guid":{"rendered":"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/?p=3068"},"modified":"2024-02-27T21:09:37","modified_gmt":"2024-02-27T21:09:37","slug":"cinco-teses-sobre-herbert-marcuse-como-teorico-critico-da-emancipacao-hans-jurgen-krahl","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/index.php\/2024\/02\/27\/cinco-teses-sobre-herbert-marcuse-como-teorico-critico-da-emancipacao-hans-jurgen-krahl\/","title":{"rendered":"Cinco teses sobre Herbert Marcuse como te\u00f3rico cr\u00edtico da emancipa\u00e7\u00e3o \u2013 Hans-J\u00fcrgen Krahl"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-file\"><a id=\"wp-block-file--media-a9bb589a-ecd3-4b95-a399-a605f15981f0\" href=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/REVISTA-ZERO-A-ESQUERDA-Cinco-teses-sobre-Herbert-Marcuse-como-teorico-critico-da-emancipacao-Hans-Jurgen-Krahl.pdf\">REVISTA-ZERO-A-ESQUERDA-Cinco-teses-sobre-Herbert-Marcuse-como-teorico-critico-da-emancipacao-Hans-Jurgen-Krahl<\/a><a href=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/REVISTA-ZERO-A-ESQUERDA-Cinco-teses-sobre-Herbert-Marcuse-como-teorico-critico-da-emancipacao-Hans-Jurgen-Krahl.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-a9bb589a-ecd3-4b95-a399-a605f15981f0\">Baixar<\/a><\/div>\n\n\n\n<p><span class=\"footnote_referrer\"><a role=\"button\" tabindex=\"0\" onclick=\"footnote_moveToReference_3068_1('footnote_plugin_reference_3068_1_1');\" onkeypress=\"footnote_moveToReference_3068_1('footnote_plugin_reference_3068_1_1');\" ><sup id=\"footnote_plugin_tooltip_3068_1_1\" class=\"footnote_plugin_tooltip_text\">[1]<\/sup><\/a><span id=\"footnote_plugin_tooltip_text_3068_1_1\" class=\"footnote_tooltip\">Fonte:&nbsp; <em>Konstitution und Klassenkampf, Verlag Neue Kritik, p. 298<\/em>.<\/span><\/span><script type=\"text\/javascript\"> jQuery('#footnote_plugin_tooltip_3068_1_1').tooltip({ tip: '#footnote_plugin_tooltip_text_3068_1_1', tipClass: 'footnote_tooltip', effect: 'fade', predelay: 0, fadeInSpeed: 200, delay: 400, fadeOutSpeed: 200, position: 'top center', relative: true, offset: [-7, 0], });<\/script><\/p>\n\n\n\n<p><strong>I.<\/strong> Marcuse interpreta os princ\u00edpios emancipat\u00f3rios de poss\u00edveis processos sociais revolucion\u00e1rios nas metr\u00f3poles industriais do capitalismo tardio, no sentido de que a base emp\u00edrica da aliena\u00e7\u00e3o de si n\u00e3o \u00e9 mais a experi\u00eancia mediada da mis\u00e9ria imediata, mas o car\u00e1ter social contradit\u00f3rio [<em>Widerspr\u00fcchlichkeit<\/em>] a ser experimentado conscientemente, a apatia e a integra\u00e7\u00e3o. No centro da teoria marcuseana da revolu\u00e7\u00e3o est\u00e1 a quest\u00e3o: como a car\u00eancia [<em>Bed\u00fcrfnis<\/em>] de emancipa\u00e7\u00e3o pode ser desdobrada sob as condi\u00e7\u00f5es de uma satisfa\u00e7\u00e3o repressiva das necessidades materiais elementares? Como as necessidades por um reino da liberdade, da paz e da felicidade podem entrar na consci\u00eancia das massas e tornar-se fen\u00f4meno pol\u00edtico, se elas n\u00e3o mais est\u00e3o ancoradas nas necessidades vitais materiais de eliminar a fome, a urg\u00eancia material e a mis\u00e9ria f\u00edsica?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>II.<\/strong> O fato do trabalho em si mesmo \u00e9 a forma fenom\u00eanica [<em>Erscheinungsform<\/em>] da explora\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o social do capitalismo tardio. De acordo com Marcuse, sai de cena a quest\u00e3o sobre trabalho necess\u00e1rio e sup\u00e9rfluo, e com ela a quest\u00e3o sobre repress\u00e3o necess\u00e1ria e sup\u00e9rflua. Antes, o progresso na automa\u00e7\u00e3o da maquinaria abre a perspectiva real ut\u00f3pica da aboli\u00e7\u00e3o do trabalho em geral.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>III.<\/strong> Se a emancipa\u00e7\u00e3o da compuls\u00e3o ao trabalho est\u00e1 acoplada dessa forma ao progresso t\u00e9cnico, os donos do poder capitalista s\u00e3o compelidos a colocar a democracia, completamente funcionalizada, a servi\u00e7o da elimina\u00e7\u00e3o de tais impulsos emancipat\u00f3rios. A liquida\u00e7\u00e3o da necessidade de emancipa\u00e7\u00e3o, como sempre ideologicamente desfigurada e que \u00e9 um coment\u00e1rio \u00e0 transi\u00e7\u00e3o do capitalismo concorrencial ao capitalismo monopolista, exige, segundo Marcuse, uma uni-dimensionaliza\u00e7\u00e3o das ideologias na \u00e9poca do capitalismo tardio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IV.<\/strong> A resposta a isso \u00e9 a nega\u00e7\u00e3o do sistema por meio dos grupos marginais privilegiadamente sens\u00edveis ou sub-privilegiadamente afligidos \u2013 nega\u00e7\u00e3o necessariamente abstrata face a um sistema hermeticamente fechado, na figura da raz\u00e3o impotente e do protesto indignado da Grande Recusa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>V.<\/strong> A forma\u00e7\u00e3o da sociedade no capitalismo tardio derrota, sob o signo da integra\u00e7\u00e3o, todas as formas de organiza\u00e7\u00e3o institucionalizadas da oposi\u00e7\u00e3o, da resist\u00eancia e da revolu\u00e7\u00e3o. A prova evidente disso \u00e9 o destino deformado, no que diz respeito \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es de massas, do partido leninista de quadros na hist\u00f3ria natural do movimento oper\u00e1rio europeu; enquanto nega\u00e7\u00e3o abstrata disso, Marcuse ensina a renit\u00eancia emancipat\u00f3ria do indiv\u00edduo que se revoluciona em sua estrutura pulsional e do sujeito individual que revoluciona sua vitalidade carente [<em>bed\u00fcrftig<\/em>].<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ad. I-IV.<\/strong> Com esses teoremas, Marcuse formulou o puro princ\u00edpio da raz\u00e3o da luta pela libera\u00e7\u00e3o na civiliza\u00e7\u00e3o capitalista tardia: uma ideia da tomada de poder no centro pol\u00edtico que, para al\u00e9m da mera socializa\u00e7\u00e3o dos meios de produ\u00e7\u00e3o, que dir\u00e1 da mera estatiza\u00e7\u00e3o, \u00e9 uma utopia concreta do comunismo, ou seja, da rela\u00e7\u00e3o sem domina\u00e7\u00e3o dos indiv\u00edduos solid\u00e1rios e liberados dos limites naturais da divis\u00e3o do trabalho primeva [<em>urw\u00fcchsig \u00fcberliefert<\/em>]. Marcuse \u00e9 o te\u00f3rico cr\u00edtico da emancipa\u00e7\u00e3o. Emancipa\u00e7\u00e3o \u00e9 a nega\u00e7\u00e3o determinada do conceito distorcido pelo marxismo sovi\u00e9tico de socialismo, que o fixou na imagem da produ\u00e7\u00e3o completa e tecnologicamente funcionalizada, controlada e planejada pelo Estado, e burocraticamente racionalizada. Contra isso se op\u00f4s o marxismo cr\u00edtico ocidental com recurso \u00e0 teoria da revolu\u00e7\u00e3o do jovem Marx dos Manuscritos de Paris e da Ideologia Alem\u00e3, como sempre tamb\u00e9m deformado de forma antropol\u00f3gica e teol\u00f3gica pelos ide\u00f3logos da classe dominante. Para al\u00e9m da elabora\u00e7\u00e3o de um conceito de produ\u00e7\u00e3o reduzido \u00e0 tecnologia, a luta pelo poder no Estado e a desapropria\u00e7\u00e3o dos detentores dos meios de produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 tratada como objetivo final, mas como condi\u00e7\u00e3o da possibilidade de uma associa\u00e7\u00e3o de seres humanos livres. Isto \u00e9, o comunismo trata a socializa\u00e7\u00e3o dos meios de produ\u00e7\u00e3o como condi\u00e7\u00e3o para a organiza\u00e7\u00e3o de uma associa\u00e7\u00e3o [<em>Verkehr<\/em>] solid\u00e1ria de indiv\u00edduos livres. O conceito de emancipa\u00e7\u00e3o, que Marcuse desenvolve na tradi\u00e7\u00e3o do marxismo ocidental de Luk\u00e1cs at\u00e9 Merleau-Ponty, passando por Horkheimer, traz \u00e0 consci\u00eancia o que as estrat\u00e9gias do reformismo social-democrata e da ortodoxia sovi\u00e9tica marxista recalcaram, a redu\u00e7\u00e3o do progresso emancipat\u00f3rio ao progresso t\u00e9cnico, da revolu\u00e7\u00e3o social \u00e0 revolu\u00e7\u00e3o industrial. Com base na experi\u00eancia dos movimentos de liberta\u00e7\u00e3o social-revolucion\u00e1rios do Terceiro Mundo, abre-se de novo tanto uma perspectiva de pol\u00edtica e viol\u00eancia intransigentes, como tamb\u00e9m uma concep\u00e7\u00e3o de liberta\u00e7\u00e3o que vai al\u00e9m da intensifica\u00e7\u00e3o industrial dos planos quinquenais. Marcuse, como fil\u00f3sofo cr\u00edtico da emancipa\u00e7\u00e3o, desenvolve um conceito de liberta\u00e7\u00e3o que, por sua vez, n\u00e3o quer sujeitar as pessoas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es objetivas da mat\u00e9ria morta, ou seja, aos meios de produ\u00e7\u00e3o, mas que, por meio da filosofia da hist\u00f3ria, &nbsp;recoloca a fun\u00e7\u00e3o dos meios de produ\u00e7\u00e3o na revolu\u00e7\u00e3o: a classe trabalhadora unida nas metr\u00f3poles do capital altamente industrializadas n\u00e3o luta pelo poder de dispor sobre a maquinaria enquanto tal, mas pela posse coletiva dos meios de produ\u00e7\u00e3o enquanto condi\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es livre de domina\u00e7\u00e3o entre os homens.<\/p>\n\n\n\n<p>Marcuse libertou o conceito de emancipa\u00e7\u00e3o de seu ofuscamento hist\u00f3rico-natural, que ele experimentou no destino dos movimentos oper\u00e1rios; emancipa\u00e7\u00e3o significa mais que uma transforma\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de propriedade que regulam o metabolismo tecnicamente industrializado entre os homens e a natureza, a emancipa\u00e7\u00e3o significa uma transforma\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de propriedade, do poder de disposi\u00e7\u00e3o dos homens sobre as coisas, para liberar as rela\u00e7\u00f5es entre os seres humanos. Dito filosoficamente: a social-democracia e o marxismo sovi\u00e9tico reduziram o esbo\u00e7o de uma forma de associa\u00e7\u00e3o socialista a uma transforma\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es industriais de propriedade entre os homens e a natureza. A hist\u00f3ria colocou na ordem do dia o que Marcuse formulou de forma t\u00e3o filos\u00f3fica quanto ing\u00eanua: a redu\u00e7\u00e3o do processo de libera\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1rio \u00e0 revolu\u00e7\u00e3o industrial arrasta consigo a mis\u00e9ria da reifica\u00e7\u00e3o e submete os indiv\u00edduos \u00e0 servid\u00e3o impessoal dos meios de produ\u00e7\u00e3o materiais. Emancipa\u00e7\u00e3o, pelo contr\u00e1rio, quer que os indiv\u00edduos organizem os meios de produ\u00e7\u00e3o industrial para se associarem [<em>verkehren<\/em>] de modo feliz. O conceito truncado de emancipa\u00e7\u00e3o visa somente uma rela\u00e7\u00e3o de propriedade modificada dos homens com os meios de produ\u00e7\u00e3o coisais, mas n\u00e3o uma mudan\u00e7a da rela\u00e7\u00e3o de associa\u00e7\u00e3o dos indiv\u00edduos hist\u00f3ricos entre si. Emancipa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 primariamente uma modifica\u00e7\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o da propriedade industrial, mas uma organiza\u00e7\u00e3o transformada da sociedade. Essa circunst\u00e2ncia evidentemente revolucion\u00e1ria foi tra\u00edda de forma estatal pelo reformismo social-democrata e recalcada tanto pela luta anti-imperialista pelo poder da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, quanto, por meio das alian\u00e7as pol\u00edticas e parlamentares, pelo combate defensivo antifascista dos partidos comunistas. Era necess\u00e1rio para um conceito de revolu\u00e7\u00e3o nas metr\u00f3poles que Marcuse dissesse novamente: emancipa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 a liberta\u00e7\u00e3o das m\u00e1quinas t\u00e9cnicas, mas a liberta\u00e7\u00e3o dos seres humanos sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>Somente sob o pano de fundo desse princ\u00edpio de raz\u00e3o evidente pode se tornar vis\u00edvel para as massas dependentes de sal\u00e1rio o momento intoler\u00e1vel de opress\u00e3o nas garantias de seguran\u00e7a pseudo-sociais do Estado autorit\u00e1rio e nas crises do sistema econ\u00f4mico monopolista, keynesianamente reduzidas a recess\u00f5es. Marcuse exige uma imagem mais clara das possibilidades objetivas de uma sociedade futura: na medida em que \u00e9 poss\u00edvel abolir o trabalho por meio da automa\u00e7\u00e3o e se a opress\u00e3o se tornou sup\u00e9rflua, como mostram a ind\u00fastria e a democracia do capitalismo tardio, ent\u00e3o a nega\u00e7\u00e3o determinada do sistema explorador, que funciona sem atritos, deve ganhar em determinidade: se os homens n\u00e3o passam fome de forma imediata, ent\u00e3o eles t\u00eam que poder saber por que eles devem colocar a vida deles em jogo na revolu\u00e7\u00e3o e por que eles t\u00eam mais a perder que seus grilh\u00f5es. Entretanto, a teoria de Marcuse n\u00e3o cumpre essa exig\u00eancia de nega\u00e7\u00e3o determinada, seu chamado \u00e0 Grande Recusa permanece abstrato, incapaz de desenvolver um princ\u00edpio de realidade pol\u00edtico de regras t\u00e1ticas, m\u00e1ximas estrat\u00e9gicas e imperativos organizativos. Ao mesmo tempo, a Grande Recusa \u00e9 mais que o lema romanticamente animado da primeira hora; ela \u00e9 a consequ\u00eancia necess\u00e1ria de um conceito de emancipa\u00e7\u00e3o que descobre o irresist\u00edvel poder da ofusca\u00e7\u00e3o tecnocr\u00e1tica em todos os tra\u00e7os do esp\u00edrito objetivo das administra\u00e7\u00f5es e das institui\u00e7\u00f5es, das burocracias e dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, das concep\u00e7\u00f5es de parceria empresarial e das reformas universit\u00e1rias autorit\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, Marcuse partilha da mis\u00e9ria da teoria cr\u00edtica e da consci\u00eancia de si a-hist\u00f3rica dos movimentos revolucion\u00e1rios emergentes; ele \u00e9 incapaz de formular os crit\u00e9rios de uma <em>Realpolitik<\/em> revolucion\u00e1ria, de compromissos pol\u00edticos de alian\u00e7as, de estabiliza\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas de organiza\u00e7\u00e3o dos movimentos de protesto estudantis e de an\u00e1lises nos termos da teoria das classes. A confus\u00e3o, que foi tamb\u00e9m necess\u00e1ria no in\u00edcio, da demonstra\u00e7\u00e3o abstrata do princ\u00edpio puro de emancipa\u00e7\u00e3o com seu desdobramento concreto \u00e9 parte das doen\u00e7as infantis do radicalismo de esquerda dos movimentos revolucion\u00e1rios emergentes. Marcuse, como te\u00f3rico da primeira apari\u00e7\u00e3o deste princ\u00edpio de raz\u00e3o revolucion\u00e1rio, compartilha com os movimentos estudantis libert\u00e1rios [<em>freiheitsbewussten<\/em>] das metr\u00f3poles suas doen\u00e7as infantis em todos os est\u00e1gios da formula\u00e7\u00e3o de sua teoria. Sua cr\u00edtica da ideologia da unidimensionalidade deixou os intelectuais indignados na incerteza se a integra\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora seria um destino irrefut\u00e1vel ou uma ilus\u00e3o super\u00e1vel [<em>aufhebbarer Schein<\/em>]. Mas quando o SDS [<em>Sozialistischer Deutscher Studentenbund<\/em>] alem\u00e3o havia experimentado o isolamento em si mesmo dos movimentos pol\u00edticos de intelectuais e buscado renovar na pr\u00e1tica os princ\u00edpios da luta de classes prolet\u00e1ria, ele entrou em uma contradi\u00e7\u00e3o que at\u00e9 hoje n\u00e3o est\u00e1 resolvida e que decidir\u00e1 sobre seu desenvolvimento revolucion\u00e1rio: com sua cr\u00edtica aos princ\u00edpios da Grande Recusa, r\u00edgidos em termos de emancipa\u00e7\u00e3o, e vinculados aos grupos marginais, isto \u00e9, com a tentativa de introduzir um princ\u00edpio de realidade pol\u00edtico na nega\u00e7\u00e3o emancipat\u00f3ria do sistema e de levar em conta o antagonismo de classes nas metr\u00f3poles, que continua a existir ainda que essencialmente modificado, o SDS correu o risco de se enredar cegamente em uma ortodoxia escamoteada e de recair inconscientemente em uma tradi\u00e7\u00e3o da luta de classes distorcida. A virada necess\u00e1ria do movimento estudantil em dire\u00e7\u00e3o ao proletariado, com a tentativa de articular a revolu\u00e7\u00e3o com as categorias tradicionais da luta de classes, amea\u00e7ou ao mesmo tempo asfixiar os princ\u00edpios da emancipa\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria. Dito de outro modo, o movimento estudantil est\u00e1 diante do dilema objetivo: por um lado, seu princ\u00edpio de raz\u00e3o da emancipa\u00e7\u00e3o historicamente novo abre m\u00e3o de crit\u00e9rios espec\u00edficos de classe e da <em>Realpolitik<\/em>, por outro, a subst\u00e2ncia tradicional da luta de classes prolet\u00e1ria \u00e9 cega face aos novos princ\u00edpios da liberta\u00e7\u00e3o intransigente. O destino decisivo que o protesto revolucion\u00e1rio nas metr\u00f3poles deve conscientemente evitar \u00e9 que ele asfixie o \u00edmpeto intransigente da nega\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria com a introdu\u00e7\u00e3o de categorias tradicionais da luta de classes e de princ\u00edpios de realidade t\u00e1ticos, e que ele, por meio da <em>Realpolitik<\/em> com consci\u00eancia de classe, esque\u00e7a a revolu\u00e7\u00e3o. A consci\u00eancia necessariamente anacr\u00f4nica do movimento de protesto da Alemanha ocidental, no presente est\u00e1gio, \u00e9 o revestimento do novo princ\u00edpio de raz\u00e3o com a velha roupa das categorias tradicionalistas da luta de classes. O conceito de luta de classes, com o qual o movimento lida t\u00e3o pragm\u00e1tica quanto dogmaticamente, n\u00e3o corresponde nem \u00e0 realidade das classes nem \u00e0 necessidade [<em>Notwendigkeit<\/em>] de emancipa\u00e7\u00e3o das metr\u00f3poles capitalistas altamente industrializadas.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-theme-palette-2-color has-alpha-channel-opacity has-theme-palette-2-background-color has-background is-style-default\"\/>\n\n\n<style>.wp-block-kadence-column.kb-section-dir-horizontal > .kt-inside-inner-col > .kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-blocks-info-box-link-wrap{max-width:unset;}.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-blocks-info-box-link-wrap{border-top:23px solid #d70141;border-right:23px solid #d70141;border-bottom:23px solid #d70141;border-left:23px solid #d70141;background:#d70141;padding-top:var(--global-kb-spacing-sm, 1.5rem);padding-right:var(--global-kb-spacing-sm, 1.5rem);padding-bottom:var(--global-kb-spacing-sm, 1.5rem);padding-left:var(--global-kb-spacing-sm, 1.5rem);margin-top:50px;}.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-blocks-info-box-link-wrap:hover{background:#d70141;}.kt-info-box3068_5da0f9-45.wp-block-kadence-infobox{max-width:100%;}.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kadence-info-box-image-inner-intrisic-container{max-width:116px;}.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kadence-info-box-image-inner-intrisic-container .kadence-info-box-image-intrisic{padding-bottom:117.5758%;width:165px;height:0px;max-width:100%;}.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kadence-info-box-icon-container .kt-info-svg-icon, .kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-info-svg-icon-flip, .kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-blocks-info-box-number{font-size:50px;}.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-blocks-info-box-media{color:#444444;background:#f7e6d4;border-color:#f7e6d4;border-top-width:4px;border-right-width:4px;border-bottom-width:4px;border-left-width:4px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;}.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-blocks-info-box-media-container{margin-top:-75px;margin-right:0px;margin-bottom:20px;margin-left:0px;}.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-blocks-info-box-link-wrap:hover .kt-blocks-info-box-media{color:#444444;background:#f7e6d4;border-color:#f7e6d4;}.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-infobox-textcontent h2.kt-blocks-info-box-title{color:#f7e6d4;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;margin-top:5px;margin-right:0px;margin-bottom:10px;margin-left:0px;}.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-blocks-info-box-link-wrap:hover h2.kt-blocks-info-box-title{color:#f7e6d4;}.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-infobox-textcontent .kt-blocks-info-box-text{color:#f4dcc3;}.wp-block-kadence-infobox.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-blocks-info-box-text{margin-top:-6px;margin-right:-6px;margin-bottom:-6px;margin-left:-6px;}.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-blocks-info-box-link-wrap:hover .kt-blocks-info-box-text{color:#f4dcc3;}.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-blocks-info-box-text{min-height:0px;}.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-blocks-info-box-learnmore{background:transparent;border-width:0px 0px 0px 0px;padding-top:4px;padding-right:8px;padding-bottom:4px;padding-left:8px;margin-top:10px;margin-right:0px;margin-bottom:10px;margin-left:0px;}@media all and (max-width: 1024px){.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-blocks-info-box-link-wrap{border-top:23px solid #d70141;border-right:23px solid #d70141;border-bottom:23px solid #d70141;border-left:23px solid #d70141;}}@media all and (max-width: 767px){.kt-info-box3068_5da0f9-45 .kt-blocks-info-box-link-wrap{border-top:23px solid #d70141;border-right:23px solid #d70141;border-bottom:23px solid #d70141;border-left:23px solid #d70141;}}<\/style>\n<div class=\"wp-block-kadence-infobox kt-info-box3068_5da0f9-45\"><span class=\"kt-blocks-info-box-link-wrap info-box-link kt-blocks-info-box-media-align-top kt-info-halign-left\"><div class=\"kt-blocks-info-box-media-container\"><div class=\"kt-blocks-info-box-media kt-info-media-animate-none\"><div class=\"kadence-info-box-image-inner-intrisic-container\"><div class=\"kadence-info-box-image-intrisic kt-info-animate-none\"><div class=\"kadence-info-box-image-inner-intrisic\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/images-e1646362131907.jpg\" alt=\"\" width=\"165\" height=\"194\" class=\"kt-info-box-image wp-image-2358\"\/><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><div class=\"kt-infobox-textcontent\"><h2 class=\"kt-blocks-info-box-title\">Hans-J\u00fcrgen Krahl<\/h2><p class=\"kt-blocks-info-box-text\">foi estudante de filosofia e ativista pol\u00edtico alem\u00e3o. Destacou-se como participante do movimento de protesto estudantil de 1968 como l\u00edder. Foi doutorando de Theodor W. Adorno.<\/p><\/div><\/span><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\"><style>.kb-image3068_28d5df-16.kb-image-is-ratio-size, .kb-image3068_28d5df-16 .kb-image-is-ratio-size{max-width:213px;width:100%;}.wp-block-kadence-column > .kt-inside-inner-col > .kb-image3068_28d5df-16.kb-image-is-ratio-size, .wp-block-kadence-column > .kt-inside-inner-col > .kb-image3068_28d5df-16 .kb-image-is-ratio-size{align-self:unset;}.kb-image3068_28d5df-16 figure{max-width:213px;}.kb-image3068_28d5df-16 .image-is-svg, .kb-image3068_28d5df-16 .image-is-svg img{width:100%;}.kb-image3068_28d5df-16 .kb-image-has-overlay:after{opacity:0.3;}.kb-image3068_28d5df-16 img.kb-img, .kb-image3068_28d5df-16 .kb-img img{-webkit-mask-image:url(https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/plugins\/kadence-blocks\/includes\/assets\/images\/masks\/circle.svg);mask-image:url(https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/plugins\/kadence-blocks\/includes\/assets\/images\/masks\/circle.svg);-webkit-mask-size:auto;mask-size:auto;-webkit-mask-repeat:no-repeat;mask-repeat:no-repeat;-webkit-mask-position:center;mask-position:center;}<\/style>\n<div class=\"wp-block-kadence-image kb-image3068_28d5df-16\"><figure class=\"alignleft size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"435\" height=\"378\" src=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/WhatsApp-Image-2024-02-19-at-16.14.20-1.jpeg\" alt=\"\" class=\"kb-img wp-image-3101\" srcset=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/WhatsApp-Image-2024-02-19-at-16.14.20-1.jpeg 435w, https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/WhatsApp-Image-2024-02-19-at-16.14.20-1-300x261.jpeg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 435px) 100vw, 435px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Felipe Catalani<\/h2>\n\n\n\n<p>Doutorando em Filosofia na USP. \u00c9 autor de diversos artigos na \u00e1rea de teoria cr\u00edtica, pensamento social brasileiro e filosofia alem\u00e3 moderna e contempor\u00e2nea.<\/p>\n\n\n<style>.wp-block-kadence-advancedbtn.kb-btns3068_9e62a1-53{gap:var(--global-kb-gap-xs, 0.5rem );justify-content:flex-start;align-items:center;}.kt-btns3068_9e62a1-53 .kt-button{font-weight:normal;font-style:normal;}.kt-btns3068_9e62a1-53 .kt-btn-wrap-0{margin-right:5px;}.wp-block-kadence-advancedbtn.kt-btns3068_9e62a1-53 .kt-btn-wrap-0 .kt-button{color:#555555;border-color:#555555;}.wp-block-kadence-advancedbtn.kt-btns3068_9e62a1-53 .kt-btn-wrap-0 .kt-button:hover, .wp-block-kadence-advancedbtn.kt-btns3068_9e62a1-53 .kt-btn-wrap-0 .kt-button:focus{color:#ffffff;border-color:#444444;}.wp-block-kadence-advancedbtn.kt-btns3068_9e62a1-53 .kt-btn-wrap-0 .kt-button::before{display:none;}.wp-block-kadence-advancedbtn.kt-btns3068_9e62a1-53 .kt-btn-wrap-0 .kt-button:hover, .wp-block-kadence-advancedbtn.kt-btns3068_9e62a1-53 .kt-btn-wrap-0 .kt-button:focus{background:#444444;}<\/style>\n<div class=\"wp-block-kadence-advancedbtn kb-buttons-wrap kb-btns3068_9e62a1-53\"><style>ul.menu .wp-block-kadence-advancedbtn .kb-btn3068_41be85-5f.kb-button{width:initial;}<\/style><span class=\"kb-button kt-button button kb-btn3068_41be85-5f kt-btn-size-standard kt-btn-width-type-auto kb-btn-global-fill  kt-btn-has-text-true kt-btn-has-svg-false  wp-block-kadence-singlebtn\"><span class=\"kt-btn-inner-text\">Tradutor<\/span><\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"speaker-mute footnotes_reference_container\"> <div class=\"footnote_container_prepare\"><p><span role=\"button\" tabindex=\"0\" class=\"footnote_reference_container_label pointer\" onclick=\"footnote_expand_collapse_reference_container_3068_1();\">&#x202F;<\/span><span role=\"button\" tabindex=\"0\" class=\"footnote_reference_container_collapse_button\" style=\"display: none;\" onclick=\"footnote_expand_collapse_reference_container_3068_1();\">[<a id=\"footnote_reference_container_collapse_button_3068_1\">+<\/a>]<\/span><\/p><\/div> <div id=\"footnote_references_container_3068_1\" style=\"\"><table class=\"footnotes_table footnote-reference-container\"><caption class=\"accessibility\">References<\/caption> <tbody> \r\n\r\n<tr class=\"footnotes_plugin_reference_row\"> <th scope=\"row\" id=\"footnote_plugin_reference_3068_1_1\" class=\"footnote_plugin_index pointer\" onclick=\"footnote_moveToAnchor_3068_1('footnote_plugin_tooltip_3068_1_1');\"><a role=\"button\" tabindex=\"0\" class=\"footnote_plugin_link\" ><span class=\"footnote_index_arrow\">&#8593;<\/span>1<\/a><\/th> <td class=\"footnote_plugin_text\">Fonte:&nbsp; <em>Konstitution und Klassenkampf, Verlag Neue Kritik, p. 298<\/em>.<\/td><\/tr>\r\n\r\n <\/tbody> <\/table> <\/div><\/div><script type=\"text\/javascript\"> function footnote_expand_reference_container_3068_1() { jQuery('#footnote_references_container_3068_1').show(); jQuery('#footnote_reference_container_collapse_button_3068_1').text('\u2212'); } function footnote_collapse_reference_container_3068_1() { jQuery('#footnote_references_container_3068_1').hide(); jQuery('#footnote_reference_container_collapse_button_3068_1').text('+'); } function footnote_expand_collapse_reference_container_3068_1() { if (jQuery('#footnote_references_container_3068_1').is(':hidden')) { footnote_expand_reference_container_3068_1(); } else { footnote_collapse_reference_container_3068_1(); } } function footnote_moveToReference_3068_1(p_str_TargetID) { footnote_expand_reference_container_3068_1(); var l_obj_Target = jQuery('#' + p_str_TargetID); if (l_obj_Target.length) { jQuery( 'html, body' ).delay( 0 ); jQuery('html, body').animate({ scrollTop: l_obj_Target.offset().top - window.innerHeight * 0.2 }, 380); 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I. Marcuse interpreta os princ\u00edpios emancipat\u00f3rios de poss\u00edveis processos sociais revolucion\u00e1rios nas metr\u00f3poles industriais do capitalismo tardio, no sentido de que a base emp\u00edrica da aliena\u00e7\u00e3o de si n\u00e3o \u00e9 mais a experi\u00eancia mediada da mis\u00e9ria imediata, mas o car\u00e1ter social contradit\u00f3rio [Widerspr\u00fcchlichkeit] a ser experimentado&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3111,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_coblocks_attr":"","_coblocks_dimensions":"","_coblocks_responsive_height":"","_coblocks_accordion_ie_support":"","om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"_kadence_starter_templates_imported_post":false,"_kad_post_transparent":"","_kad_post_title":"","_kad_post_layout":"","_kad_post_sidebar_id":"","_kad_post_content_style":"","_kad_post_vertical_padding":"","_kad_post_feature":"","_kad_post_feature_position":"","_kad_post_header":false,"_kad_post_footer":false,"_kad_post_classname":"","footnotes":""},"categories":[350,439,346],"tags":[506,133,508,504,505,265,507],"class_list":["post-3068","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-autores","category-hans-jurgen-krahl","category-traducoes","tag-emancipacao","tag-filosofia","tag-grande-recusa","tag-krahl","tag-marcuse","tag-politica","tag-teoria-critica"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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