{"id":2353,"date":"2022-03-04T18:07:19","date_gmt":"2022-03-04T18:07:19","guid":{"rendered":"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/?p=2353"},"modified":"2022-03-06T01:26:53","modified_gmt":"2022-03-06T01:26:53","slug":"as-contradicoes-politicas-na-teoria-critica-de-adorno-hans-jurgen-krahl","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/index.php\/2022\/03\/04\/as-contradicoes-politicas-na-teoria-critica-de-adorno-hans-jurgen-krahl\/","title":{"rendered":"As contradi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas na Teoria Cr\u00edtica de Adorno \u2014 Hans-J\u00fcrgen Krahl"},"content":{"rendered":"\n<ul class=\"wp-block-social-links is-layout-flex wp-block-social-links-is-layout-flex\">\n\n<\/ul>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p><em>Patrick Murray<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quem foi Hans-J\u00fcrgen Krahl? Como indica o cap\u00edtulo de abertura de seu livro, <em>Konstitution und Klassenkampf <\/em>[<em>Constitui\u00e7\u00e3o e Luta de Classes<\/em>], ele foi um estudante do sudeste da Alemanha cuja vida coincidiu, em grande parte, com aquela de toda a Nova Esquerda alem\u00e3. Nascido em um contexto social retr\u00f3grado, quase feudal, ele esteve inicialmente fascinado com a promessa de emancipa\u00e7\u00e3o burguesa. Por isso, ele transitou da CDU [Uni\u00e3o Democrata Crist\u00e3] para a filosofia de Heidegger, para o positivismo l\u00f3gico, at\u00e9 finalmente chegar ao marxismo da Nova Esquerda e a um ponto de vista revolucion\u00e1rio. Ap\u00f3s um per\u00edodo de intenso envolvimento te\u00f3rico e pr\u00e1tico na pol\u00edtica turbulenta do final dos anos 60, sua vida foi interrompida abruptamente em 1970, num acidente de carro \u2013 exatamente no momento do decl\u00ednio pol\u00edtico da Nova Esquerda.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os editores de suas notas, ensaios e discursos explicam a inclus\u00e3o de \u201cconstitui\u00e7\u00e3o\u201d no t\u00edtulo do livro (<em>Constitui\u00e7\u00e3o e Luta de Classes<\/em>) da seguinte maneira: \u201ceste conceito, assim como o de \u2018abstra\u00e7\u00e3o\u2019, expressa, como nenhum outro, a unidade e a diferen\u00e7a das condi\u00e7\u00f5es reais e ideol\u00f3gicas da sociedade burguesa, torna-se a chave para as reflex\u00f5es te\u00f3ricas de Krahl\u201d. A justaposi\u00e7\u00e3o cr\u00edtica de emancipa\u00e7\u00e3o burguesa e luta da classe prolet\u00e1ria no subt\u00edtulo (<em>Sobre a dial\u00e9tica hist\u00f3rica entre emancipa\u00e7\u00e3o burguesa e revolu\u00e7\u00e3o prolet\u00e1ria<\/em>) encapsula tanto a hist\u00f3ria pessoal de Krahl quanto aquela da Nova Esquerda alem\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Numa na\u00e7\u00e3o onde a teoria e as organiza\u00e7\u00f5es comunistas haviam sido praticamente erradicadas, tanto Krahl quanto a Nova Esquerda alem\u00e3 se desenvolveram a partir das promessas n\u00e3o cumpridas da ideologia burguesa. A destrui\u00e7\u00e3o de suas esperan\u00e7as na emancipa\u00e7\u00e3o universal burguesa \u2014 por fim desmascarada como ideologia de classe durante os anos 60 \u2014 constitui sua experi\u00eancia definidora. Todos os escritos de Krahl est\u00e3o centrados nessa quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Krahl investigou a fundo a an\u00e1lise de Marx sobre a mercadoria e a circula\u00e7\u00e3o mercantil, na qual Marx adentra nas apar\u00eancias burguesas de igualdade, revelando a explora\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora. Isto o conduziu \u00e0 percep\u00e7\u00e3o de que as estruturas jur\u00eddicas e pol\u00edticas que moldam tal perspectiva burguesa da troca de equivalentes s\u00e3o instrumentos de viol\u00eancia de classe. Sem d\u00favida, a pr\u00e1tica da pol\u00edtica nas ruas facilitou esta percep\u00e7\u00e3o, e ampliou a discuss\u00e3o na Nova Esquerda sobre a legitimidade da viol\u00eancia. A Guerra do Vietn\u00e3 os impulsionou a reconhecer a opress\u00e3o aberta do terceiro mundo pelas na\u00e7\u00f5es capitalistas industrializadas, liderada pelos EUA. A partir da an\u00e1lise do processo de troca, mas tamb\u00e9m com base na experi\u00eancia de estudantes de classe m\u00e9dia, veio a rejei\u00e7\u00e3o \u00e0 vida burguesa na rica Alemanha. O consumismo e a amea\u00e7a de fracasso econ\u00f4mico negavam as liberdades proclamadas pela burguesia progressista a tal ponto que nem mesmo a classe m\u00e9dia poderia desfrutar delas.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esta manipula\u00e7\u00e3o e reifica\u00e7\u00e3o que estruturam o capitalismo industrial avan\u00e7ado s\u00e3o tratadas por Krahl como a decad\u00eancia irrevers\u00edvel do indiv\u00edduo burgu\u00eas. Krahl herdou esta problem\u00e1tica da Escola de Frankfurt e, acima de tudo, de seu professor, Theodor Adorno. Professor e aluno, contudo, constataram este terr\u00edvel fato moderno por caminhos historicamente distintos. Adorno <em>sofreu<\/em> a desintegra\u00e7\u00e3o daquele indiv\u00edduo. Esta foi-lhe imposta for\u00e7adamente e ele, brilhantemente, observou as m\u00faltiplas facetas da decad\u00eancia. Esta experi\u00eancia pessoal constituiu a organiza\u00e7\u00e3o e o panorama de sua teoria cr\u00edtica. Krahl <em>compreendeu<\/em> o esc\u00e2ndalo da individualidade burguesa em sua pr\u00e1tica pol\u00edtica no SDS [Estudantes por uma Sociedade Democr\u00e1tica] de Frankfurt: \u201cEsta decad\u00eancia do indiv\u00edduo burgu\u00eas \u00e9 uma das bases mais fundamentais a partir das quais o movimento estudantil desenvolveu sua posi\u00e7\u00e3o antiautorit\u00e1ria\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Este encontro de experi\u00eancias formativas e contradit\u00f3rias acerca da fal\u00eancia das promessas revolucion\u00e1rias da burguesia, constitui o pano de fundo deste artigo, publicado por Krahl em 31 de agosto de 1969, na <em>Frankfurter Rundschau<\/em>, sobre a morte de Adorno. Permanece um dos melhores esbo\u00e7os de uma cr\u00edtica da Nova Esquerda a Adorno e \u00e0 maior parte da Escola de Frankfurt. A morte prematura de Krahl impediu uma elabora\u00e7\u00e3o plena de uma alternativa concreta, cujo cumprimento, desse modo, ainda continua uma tarefa te\u00f3rica.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>As contradi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas na Teoria Cr\u00edtica de Adorno<\/strong> <span class=\"footnote_referrer\"><a role=\"button\" tabindex=\"0\" onclick=\"footnote_moveToReference_2353_1('footnote_plugin_reference_2353_1_1');\" onkeypress=\"footnote_moveToReference_2353_1('footnote_plugin_reference_2353_1_1');\" ><sup id=\"footnote_plugin_tooltip_2353_1_1\" class=\"footnote_plugin_tooltip_text\">[1]<\/sup><\/a><span id=\"footnote_plugin_tooltip_text_2353_1_1\" class=\"footnote_tooltip\">O presente texto foi publicado originalmente em 13 de agosto de 1969, na Frankfurter Rundschau, \u00e0 guisa do falecimento de Adorno. Constitui um dos escritos da obra p\u00f3stuma de Krahl, intitulada&nbsp;&#x2026; <span class=\"footnote_tooltip_continue\"  onclick=\"footnote_moveToReference_2353_1('footnote_plugin_reference_2353_1_1');\">Continue reading<\/span><\/span><\/span><script type=\"text\/javascript\"> jQuery('#footnote_plugin_tooltip_2353_1_1').tooltip({ tip: '#footnote_plugin_tooltip_text_2353_1_1', tipClass: 'footnote_tooltip', effect: 'fade', predelay: 0, fadeInSpeed: 200, delay: 400, fadeOutSpeed: 200, position: 'top center', relative: true, offset: [-7, 0], });<\/script><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Hans-J\u00fcrgen Krahl<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A biografia intelectual de Adorno, mesmo em suas abstra\u00e7\u00f5es mais est\u00e9ticas, \u00e9 marcada pela experi\u00eancia do Fascismo. O modo pelo qual esta experi\u00eancia \u00e9 refletida \u2014 decifrando a partir das obras de arte a rela\u00e7\u00e3o insol\u00favel entre cr\u00edtica e sofrimento \u2014 constitui a afirma\u00e7\u00e3o intransigente da nega\u00e7\u00e3o, ao mesmo tempo em que estabelece seus limites. A \u201cvida danificada\u201d, atrav\u00e9s da reflex\u00e3o sobre a domina\u00e7\u00e3o fascista como fruto das cat\u00e1strofes econ\u00f4micas naturais do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista, tem consci\u00eancia de sua conex\u00e3o com as contradi\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas do individualismo burgu\u00eas, cuja decad\u00eancia irrevers\u00edvel compreendeu; ao mesmo tempo, n\u00e3o consegue escapar delas. O terror fascista produz n\u00e3o apenas a compreens\u00e3o da compulsividade herm\u00e9tica das sociedades altamente industrializadas, mas tamb\u00e9m viola a subjetividade do te\u00f3rico e refor\u00e7a as barreiras de classe contra sua capacidade cognitiva. Adorno expressa esta consci\u00eancia do processo em sua \u201cIntrodu\u00e7\u00e3o\u201d a <em>Minima Moralia<\/em>: \u201cA viol\u00eancia que me desterrara impediu-me ao mesmo tempo de conhec\u00ea-la plenamente. Eu ainda n\u00e3o me atribu\u00eda a cumplicidade em que incorre todo aquele que, em face do indiz\u00edvel que ocorria coletivamente, simplesmente fala do individual\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Parece que a cr\u00edtica cortante de Adorno \u00e0 exist\u00eancia ideol\u00f3gica do indiv\u00edduo burgu\u00eas irresistivelmente o aprisionou em sua ru\u00edna. Mas isto significaria que Adorno nunca deixou realmente o isolamento que a emigra\u00e7\u00e3o lhe imp\u00f4s. O destino mon\u00e1dico do indiv\u00edduo isolado pelas leis de produ\u00e7\u00e3o do trabalho abstrato se espelha em seu subjetivismo intelectual. \u00c9 por isso que Adorno n\u00e3o foi capaz de traduzir sua compaix\u00e3o particular pelos condenados da terra em um engajamento integral de sua teoria na liberta\u00e7\u00e3o dos oprimidos.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O <em>insight<\/em> s\u00f3cio-te\u00f3rico de Adorno, de que o renascimento do Nacional-Socialismo na democracia deveria ser considerado como potencialmente mais perigoso que as tend\u00eancias fascistas contra a democracia, transformou seu medo crescente de uma estabiliza\u00e7\u00e3o fascista do capitalismo monopolista em uma ansiedade reacion\u00e1ria contra qualquer forma de resist\u00eancia ativa a essas mesmas tend\u00eancias do sistema.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ele compartilhava da consci\u00eancia pol\u00edtica ambivalente de muitos intelectuais cr\u00edticos alem\u00e3es que imagina que a a\u00e7\u00e3o socialista de esquerda, na verdade, s\u00f3 desencadearia o potencial do terror fascista de direita que combate. Consequentemente, qualquer pr\u00e1xis \u00e9 denunciada <em>a priori<\/em> como ativismo cego, e a possibilidade da cr\u00edtica pol\u00edtica como tal \u00e9 boicotada, isto \u00e9, a cr\u00edtica que distinguiria entre uma pr\u00e1xis pr\u00e9-revolucion\u00e1ria essencialmente correta e suas express\u00f5es infantis em movimentos revolucion\u00e1rios emergentes.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao contr\u00e1rio do proletariado franc\u00eas e de seus intelectuais pol\u00edticos, a Alemanha carece de uma tradi\u00e7\u00e3o cont\u00ednua de resist\u00eancia militante e, assim, das pr\u00e9-condi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas para uma discuss\u00e3o racional acerca da legitimidade hist\u00f3rica da milit\u00e2ncia. A domina\u00e7\u00e3o existente, a qual, de acordo com a pr\u00f3pria an\u00e1lise de Adorno, impulsionou novas formas fascistas [<em>Faschisierung<\/em>] mesmo ap\u00f3s Auschwitz, n\u00e3o poderia ser real, se as \u201carmas da cr\u00edtica\u201d marxista n\u00e3o precisassem do suplemento de nenhuma \u201ccr\u00edtica das armas\u201d prolet\u00e1ria. S\u00f3 ent\u00e3o poderia a cr\u00edtica ser a for\u00e7a vital te\u00f3rica da revolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esta contradi\u00e7\u00e3o objetiva na teoria de Adorno impulsionou o conflito aberto e transformou os estudantes socialistas em oponentes pol\u00edticos de seu professor de filosofia. Independentemente do quanto Adorno vislumbrou a ideologia burguesa da busca desinteressada pela verdade como um fen\u00f4meno da troca mercantil, ele igualmente desconfiava de vest\u00edgios de luta pol\u00edtica [<em>Richtungskamof<\/em>] no debate cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Contudo, sua op\u00e7\u00e3o cr\u00edtica \u2014 que, para alcan\u00e7ar a verdade, o pensamento teria que se orientar espontaneamente para uma realidade social praticamente mut\u00e1vel \u2014 perde seu car\u00e1ter de vanguarda se n\u00e3o puder se definir tamb\u00e9m em termos de categorias organizacionais. O conceito dial\u00e9tico de nega\u00e7\u00e3o de Adorno se afastou cada vez mais da necessidade hist\u00f3rica de um engajamento objetivo do pensamento, que estava presente na determina\u00e7\u00e3o espec\u00edfica de Horkheimer sobre a diferen\u00e7a entre teoria cr\u00edtica e teoria tradicional, ao menos em sua defesa da \u201cunidade din\u00e2mica\u201d entre o te\u00f3rico e a classe dominada.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Abstrair desses crit\u00e9rios acabou por levar Adorno, em seu conflito com o movimento estudantil, a uma cumplicidade fatal \u2014 que ele mesmo n\u00e3o compreendeu \u2014 com as for\u00e7as dominantes. O problema do abstencionismo pessoal da pr\u00e1xis, de maneira alguma, foi a \u00fanica quest\u00e3o envolvida na controv\u00e9rsia, mas a incapacidade de Adorno de enfrentar o problema da organiza\u00e7\u00e3o implica uma inadequa\u00e7\u00e3o objetiva em sua teoria, a qual, por\u00e9m, presume a pr\u00e1xis social como uma categoria central na epistemologia e na teoria social.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E, ainda assim, foi o pensamento de Adorno que apresentou aos estudantes politicamente conscientizados as categorias emancipat\u00f3rias que revelam a domina\u00e7\u00e3o e que implicitamente [<em>unausdr\u00fccklich<\/em>] correspondem \u00e0s condi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas alteradas da revolu\u00e7\u00e3o nas cidades \u2013 condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o mais determin\u00e1veis por experi\u00eancias pr\u00e9-concebidas e n\u00e3o mediadas.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A for\u00e7a da exposi\u00e7\u00e3o de Adorno no n\u00edvel micro desvelou, a partir da dial\u00e9tica entre produ\u00e7\u00e3o de mercadorias e valor de troca, as categorias emancipat\u00f3rias ocultas na cr\u00edtica da economia pol\u00edtica de Marx, cuja for\u00e7a como uma teoria revolucion\u00e1ria \u2014 isto \u00e9, uma teoria que afirma a constru\u00e7\u00e3o da sociedade na perspectiva da mudan\u00e7a radical \u2014 foi, em sua maioria, esquecida pelos economistas marxistas contempor\u00e2neos. O pensamento de Adorno sobre a l\u00f3gica essencial das categorias de reifica\u00e7\u00e3o e fetichiza\u00e7\u00e3o, de mistifica\u00e7\u00e3o e segunda natureza, deram continuidade \u00e0 consci\u00eancia emancipat\u00f3ria do Marxismo Ocidental dos anos 20 e 30, de Korsch e Luk\u00e1cs, de Horkheimer e Marcuse, constitu\u00edda em oposi\u00e7\u00e3o ao marxismo sovi\u00e9tico oficial.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em sua cr\u00edtica filos\u00f3fica das ideologias do ser ontol\u00f3gico-fundamental e do factualismo positivista, Adorno decifrou a origem da identidade como a categoria dominante da esfera da circula\u00e7\u00e3o, cuja dial\u00e9tica legitimadora liberal da moralidade burguesa \u2014 a apar\u00eancia da troca equivalente entre iguais possuidores de mercadorias \u2014 dissolveu-se h\u00e1 muito tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas, as mesmas ferramentas te\u00f3ricas que permitiram a Adorno alcan\u00e7ar este <em>insight<\/em> sobre a totalidade social tamb\u00e9m o impediram de vislumbrar as possibilidades hist\u00f3ricas de uma pr\u00e1xis libertadora.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em sua cr\u00edtica da ideologia sobre a morte do indiv\u00edduo burgu\u00eas, h\u00e1 sequelas de uma tristeza justificada. Mas, em seu pensamento, Adorno n\u00e3o conseguiu transcender imanentemente (no sentido hegeliano do termo) esta \u00faltima posi\u00e7\u00e3o burguesa radicalizada. Ele permaneceu transfixado por ela, com um olhar temeroso para o terr\u00edvel passado \u2014 a consci\u00eancia que sempre chega tarde demais a algu\u00e9m que s\u00f3 come\u00e7a a entender algo no final.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A nega\u00e7\u00e3o de Adorno da sociedade capitalista tardia permaneceu abstrata, fechando-se \u00e0 necessidade da especificidade da nega\u00e7\u00e3o determinada, isto \u00e9, a categoria dial\u00e9tica \u00e0 qual ele mesmo sabia estar vinculado pela tradi\u00e7\u00e3o de Hegel e Marx. Em sua \u00faltima obra, <em>Dial\u00e9tica Negativa<\/em>, o conceito de pr\u00e1xis n\u00e3o \u00e9 mais questionado nos termos da mudan\u00e7a social em suas formas hist\u00f3ricas espec\u00edficas, ou seja, as formas das rela\u00e7\u00f5es burguesas e da organiza\u00e7\u00e3o prolet\u00e1ria. O fenecimento da luta de classes \u00e9 espelhado em sua teoria cr\u00edtica como a degenera\u00e7\u00e3o da conce\u00e7\u00e3o materialista de hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; N\u00e3o obstante, em determinado momento foi de car\u00e1ter program\u00e1tico para Horkheimer atribuir a teoria \u00e0 pr\u00e1xis libertadora do proletariado, por\u00e9m, a forma burguesa de organiza\u00e7\u00e3o da Teoria Cr\u00edtica, mesmo assim, n\u00e3o conseguiu estabelecer congru\u00eancia entre o programa e sua realiza\u00e7\u00e3o. O fato de que o movimento oper\u00e1rio, primeiramente esmagado pelo fascismo, depois aparentemente integrado de modo irrevers\u00edvel pela reconstru\u00e7\u00e3o do capitalismo p\u00f3s-guerra na Alemanha Ocidental, modificou o significado dos conceitos na Teoria Cr\u00edtica. Eles necessariamente tiveram que perder sua especificidade, mas este processo de abstra\u00e7\u00e3o ocorreu de forma cega.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O historicismo de Heidegger como \u201cconcep\u00e7\u00e3o a-hist\u00f3rica de hist\u00f3ria\u201d foi criticamente desafiado pela hist\u00f3ria material e concreta de Adorno, o qual, no entanto, afastou-se cada vez mais de seu conceito de pr\u00e1xis social; em sua \u00faltima obra, <em>Dial\u00e9tica Negativa<\/em>, ele evaporou ao ponto de parecer ter sido assimilado pela pobreza transcendental da categoria de Heidegger.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Certamente, em seu discurso para a Sociedade Sociol\u00f3gica Alem\u00e3, Adorno insistiu correta e enfaticamente na relev\u00e2ncia do marxismo ortodoxo: as for\u00e7as industriais de produ\u00e7\u00e3o ainda est\u00e3o organizadas de acordo com as rela\u00e7\u00f5es capitalistas de produ\u00e7\u00e3o, e a domina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, antes e agora, est\u00e1 baseada na explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica dos trabalhadores assalariados. Contudo, independentemente de at\u00e9 que ponto sua ortodoxia entrava em conflito com a sociologia oficial da Alemanha Ocidental, era inefetiva, uma vez que as formas categoriais n\u00e3o estavam relacionadas \u00e0 hist\u00f3ria concreta.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O progressivo processo de abstra\u00e7\u00e3o do processo hist\u00f3rico transformou a Teoria Cr\u00edtica de Adorno nas formas contemplativas e ileg\u00edtimas da teoria tradicional.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A tradicionaliza\u00e7\u00e3o de seu pensamento torna sua teoria a voz da velha raz\u00e3o na hist\u00f3ria. No n\u00edvel de seu pensamento, a dial\u00e9tica materialista das for\u00e7as acorrentadas de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 refletida no conceito de uma teoria inescapavelmente acorrentada \u00e0 iman\u00eancia de seus conceitos. \u201cSe o momento de interpretar o mundo se foi, e se se tornou necess\u00e1rio mud\u00e1-lo, ent\u00e3o a filosofia se vai&#8230; \u00e9 o momento n\u00e3o para a Primeira Filosofia, mas para a \u00faltima\u201d. Esta \u00faltima filosofia de Adorno n\u00e3o teve nem vontade, nem capacidade de deixar seu pr\u00f3prio ponto de partida.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator is-style-default\"\/>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Tradu\u00e7\u00e3o:<\/em>&nbsp;Talles Lopes<br><em>Revis\u00e3o<\/em>: Jade Amorim<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator is-style-default\"\/>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n<style>.wp-block-kadence-column.kb-section-dir-horizontal > .kt-inside-inner-col > #kt-info-box_dc6861-be .kt-blocks-info-box-link-wrap{max-width:unset;}#kt-info-box_dc6861-be .kt-blocks-info-box-link-wrap{border-color:#d70141;border-top-width:5px;border-right-width:5px;border-bottom-width:5px;border-left-width:5px;background:#d70141;padding-top:24px;padding-right:24px;padding-bottom:24px;padding-left:24px;margin-top:50px;}#kt-info-box_dc6861-be .kt-blocks-info-box-link-wrap:hover{border-color:#d70141;background:#d70141;}#kt-info-box_dc6861-be.wp-block-kadence-infobox{max-width:100%;}#kt-info-box_dc6861-be .kadence-info-box-image-inner-intrisic-container{max-width:112px;}#kt-info-box_dc6861-be .kadence-info-box-image-inner-intrisic-container .kadence-info-box-image-intrisic{padding-bottom:117.5758%;width:165px;height:0px;max-width:100%;}#kt-info-box_dc6861-be .kadence-info-box-icon-container .kt-info-svg-icon, #kt-info-box_dc6861-be .kt-info-svg-icon-flip, #kt-info-box_dc6861-be .kt-blocks-info-box-number{font-size:50px;}#kt-info-box_dc6861-be .kt-blocks-info-box-media{color:#444444;background:#ffffff;border-color:#eeeeee;border-top-width:5px;border-right-width:5px;border-bottom-width:5px;border-left-width:5px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;}#kt-info-box_dc6861-be .kt-blocks-info-box-media-container{margin-top:-75px;margin-right:0px;margin-bottom:20px;margin-left:0px;}#kt-info-box_dc6861-be .kt-blocks-info-box-link-wrap:hover .kt-blocks-info-box-media{color:#444444;background:#ffffff;border-color:#eeeeee;}#kt-info-box_dc6861-be .kt-infobox-textcontent h2.kt-blocks-info-box-title{color:#f7e6d4;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;margin-top:5px;margin-right:0px;margin-bottom:10px;margin-left:0px;}#kt-info-box_dc6861-be .kt-blocks-info-box-link-wrap:hover h2.kt-blocks-info-box-title{color:#f7e6d4;}#kt-info-box_dc6861-be .kt-infobox-textcontent .kt-blocks-info-box-text{color:#f4dcc3;}#kt-info-box_dc6861-be .kt-blocks-info-box-link-wrap:hover .kt-blocks-info-box-text{color:#f4dcc3;}#kt-info-box_dc6861-be .kt-blocks-info-box-learnmore{background:transparent;border-width:0px 0px 0px 0px;padding-top:4px;padding-right:8px;padding-bottom:4px;padding-left:8px;margin-top:10px;margin-right:0px;margin-bottom:10px;margin-left:0px;}<\/style>\n<div id=\"kt-info-box_dc6861-be\" class=\"wp-block-kadence-infobox\"><a class=\"kt-blocks-info-box-link-wrap info-box-link kt-blocks-info-box-media-align-top kt-info-halign-left\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><div class=\"kt-blocks-info-box-media-container\"><div class=\"kt-blocks-info-box-media kt-info-media-animate-none\"><div class=\"kadence-info-box-image-inner-intrisic-container\"><div class=\"kadence-info-box-image-intrisic kt-info-animate-none\"><div class=\"kadence-info-box-image-inner-intrisic\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/zeroaesquerda.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/images-e1646362131907.jpg\" alt=\"\" width=\"165\" height=\"194\" class=\"kt-info-box-image wp-image-2358\"\/><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><div class=\"kt-infobox-textcontent\"><h2 class=\"kt-blocks-info-box-title\">Hans-J\u00fcrgen Krahl<\/h2><p class=\"kt-blocks-info-box-text\">Krahl foi um estudante de filosofia e ativista pol\u00edtico alem\u00e3o. Destacou-se como participante do movimento de protesto estudantil de 1968 como l\u00edder. Foi doutorando de Theodor W. Adorno.<\/p><\/div><\/a><\/div>\n<div class=\"speaker-mute footnotes_reference_container\"> <div class=\"footnote_container_prepare\"><p><span role=\"button\" tabindex=\"0\" class=\"footnote_reference_container_label pointer\" onclick=\"footnote_expand_collapse_reference_container_2353_1();\">&#x202F;<\/span><span role=\"button\" tabindex=\"0\" class=\"footnote_reference_container_collapse_button\" style=\"display: none;\" onclick=\"footnote_expand_collapse_reference_container_2353_1();\">[<a id=\"footnote_reference_container_collapse_button_2353_1\">+<\/a>]<\/span><\/p><\/div> <div id=\"footnote_references_container_2353_1\" style=\"\"><table class=\"footnotes_table footnote-reference-container\"><caption class=\"accessibility\">References<\/caption> <tbody> \r\n\r\n<tr class=\"footnotes_plugin_reference_row\"> <th scope=\"row\" id=\"footnote_plugin_reference_2353_1_1\" class=\"footnote_plugin_index pointer\" onclick=\"footnote_moveToAnchor_2353_1('footnote_plugin_tooltip_2353_1_1');\"><a role=\"button\" tabindex=\"0\" class=\"footnote_plugin_link\" ><span class=\"footnote_index_arrow\">&#8593;<\/span>1<\/a><\/th> <td class=\"footnote_plugin_text\"> O presente texto foi publicado originalmente em 13 de agosto de 1969, na Frankfurter Rundschau, \u00e0 guisa do falecimento de Adorno. Constitui um dos escritos da obra p\u00f3stuma de Krahl, intitulada<em> Konstitution und Klassenkampf<\/em> <\/td><\/tr>\r\n\r\n <\/tbody> <\/table> <\/div><\/div><script type=\"text\/javascript\"> function footnote_expand_reference_container_2353_1() { jQuery('#footnote_references_container_2353_1').show(); jQuery('#footnote_reference_container_collapse_button_2353_1').text('\u2212'); } function footnote_collapse_reference_container_2353_1() { jQuery('#footnote_references_container_2353_1').hide(); jQuery('#footnote_reference_container_collapse_button_2353_1').text('+'); } function footnote_expand_collapse_reference_container_2353_1() { if (jQuery('#footnote_references_container_2353_1').is(':hidden')) { footnote_expand_reference_container_2353_1(); } else { footnote_collapse_reference_container_2353_1(); } } function footnote_moveToReference_2353_1(p_str_TargetID) { footnote_expand_reference_container_2353_1(); var l_obj_Target = jQuery('#' + p_str_TargetID); if (l_obj_Target.length) { jQuery( 'html, body' ).delay( 0 ); jQuery('html, body').animate({ scrollTop: l_obj_Target.offset().top - window.innerHeight * 0.2 }, 380); } } function footnote_moveToAnchor_2353_1(p_str_TargetID) { footnote_expand_reference_container_2353_1(); var l_obj_Target = jQuery('#' + p_str_TargetID); if (l_obj_Target.length) { jQuery( 'html, body' ).delay( 0 ); jQuery('html, body').animate({ scrollTop: l_obj_Target.offset().top - window.innerHeight * 0.2 }, 380); } }<\/script>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o Patrick Murray &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quem foi Hans-J\u00fcrgen Krahl? 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